terça-feira, 20 de novembro de 2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Advento
O Tempo do Advento
1. História do Advento
Não é fácil precisar a história e o primitivo significado do Advento; além disso,as noticias sobre suas verdadeiras origens são parcas .É necessário distinguir elementos que dizem respeito a práticas ascéticas e a outras, de caráter estritamente litúrgico; um Advento que é preparação para o Natal e um Advento que celebra a vinda gloriosa de Cristo ( Advento escatológico). No Oriente, permaneceu quase ignorado um período de preparação ao Natal.
Portanto, o Advento é próprio do Ocidente. São descartadas totalmente as teorias que atribuem o Advento a São Pedro e sua existência aos tempos de Tertuliano e São Cipriano.O testemunho mais antigo encontra-se em uma passagem de Santo Hilário (por volta de 366)que diz:"Sancta Mater Ecclesia Salvatoris adventus annuo recursu per trium septimanarum sacretum spatium sivi indicavit"(CSEL,65,16)"A santa mãe igreja oferece um espaço sagrado de três semanas por ano para a vinda do Salvador" .
O duplo caráter do Advento, que celebra a espera do Salvador na glória e a sua vinda na carne,emerge das leituras bíblicas festivas .O primeiro domingo orienta para parusia final,o segundo e o terceiro chamam a atenção para a vinda cotidiana do Senhor; o quarto domingo prepara-nos para a natividade de Cristo ao mesmo tempo fazendo dela a teologia e a história. Portanto, a liturgia contempla ambas as vindas de Cristo, em íntima relação entre si.
2. Espiritualidade do Advento
Toda a liturgia do Advento é apelo para se viver alguns comportamentos essenciais do cristão: a expectativa vigilante e alegre, a esperança, a conversão, a pobreza.
a) A expectativa vigilante e alegre caracteriza sempre o cristão e a Igreja, porque o Deus da revelação é o Deus da promessa, que manifestou em Cristo toda a sua fidelidade ao homem: "Todas as promessas de Deus encontram nele seu sim" ( 2 Cor 1,20). A esperança da Igreja é a mesma esperança de Israel, mas já realizada em Cristo.
Os nossos primeiros irmãos na fé, como atesta a Didaqué, imploravam: "Que o Senhor venha e passe afigura deste mundo. Maranatha. Amém". Assim termina o livro do Apocalipse e toda a escritura:"Aquele que atesta essas coisas diz: Sim! venho muito em breve. Amém! Vem Senhor Jesus. A graça do Senhor Jesus esteja com todos. Amém"(Ap 22,20).
A expectativa vigilante é acompanhada sempre pelo convite à alegria. O Advento é tempo de expectativa alegre porque aquilo que se espera certamente acontecerá. Deus é fiel. A vinda do Salvador cria um clima de alegria que a liturgia do Advento não só relembra, mas quer que seja vivida.O Batista, diante de Cristo presente em Maria, salta de alegria no seio da mãe.O nascimento de Jesus é uma festa alegre para os anjos e para os homens que ele vem salvar (cf. Lc 1, 44.46-47; 2,10.13-14).
b) No Advento, toda a Igreja vive a sua grande esperança. O Deus da revelação tem um nome:"Deus da esperança"(Rm15,13).
Não é o único nome do Deus vivo, mas é um nome que o identifica como "Deus para conosco".O Advento é o tempo da grande educação à esperança: uma esperança forte e paciente; uma esperança que aceita a hora da provação, da perseguição e da lentidão no desenvolvimento do Reino; uma esperança que confia no Senhor e liberta das impaciências subjetivistas e do frenesi do futuro programado pelo homem.
Na convocação ao testemunho da esperança, a Igreja, no Advento, é confortada pela figura de Maria, a mãe de Jesus.Ela que "no céu, glorificada em corpo e alma, é a imagem e a primícia da Igreja...brilha também na terra como sinal de segura esperança e de consolação para o povo de Deusa caminho, até que chegue dia do Senhor" (cf. 2 Pd 3,10).
c) Advento ,tempo de Conversão. Não existe possibilidade de esperança e de alegria sem retornar ao Senhor de todo coração, na expectativa da sua volta.A vigilância requer luta contra o torpor e a negligência; requer prontidão e, portanto, desapego dos prazeres e bens terrenos. O cristão, convertido a Deus, é filho da luz e, por isso, permanecerá acordado e resistirá às trevas, símbolo do mal, pois do contrário corre o risco de ser surpreendido pela parusia.
Esse comportamento de vigilante espera na alegria e na esperança exige sobriedade, isto é, renúncia aos excessos e a tudo aquilo que possa desviar-nos da espera do Senhor.A pregação do Batista, que ressoa no texto do evangelho do segundo domingo do Advento, é apelo para a conversão, a fim de preparar os caminhos do Senhor.
O espírito de conversão , próprio do Advento, possui tonalidades diferentes daquelas relembradas na Quaresma. A substância é essencialmente a mesma, mas, enquanto a Quaresma é marcada pela austeridade da reparação do pecado, o Advento é marcado pela alegria da vinda do Senhor.
d) Enfim, um comportamento que caracteriza a espiritualidade do Advento é o do pobre. Não tanto o pobre em sentido econômico, mas o pobre entendido em sentido bíblico: aquele que confia em Deus e apóia-se totalmente nele. Estes anawîm , como os chama a Bíblia, São os mansos e humildes , porque as suas disposições fundamentais são a humildade, o temor de Deus, a fé.
Eles são objeto do amor benévolo de Deus e constituem as primícias do "povo humilde"( cf. Sf 3,12) e da "Igreja dos pobres" que o Messias reunirá. Jesus proclamará felizes os pobres e neles reconhecerá os herdeiros privilegiados do Reino, ele mesmo será pobre. Belém, Nazaré, mas sobretudo a cruz, são diversas formas com que Cristo manifestava-se como autêntico "pobre do Senhor". Maria emerge como modelo dos pobres do Senhor, que esperam as promessas de Deus, confiam nele e estão disponíveis, com plena docilidade, à atuação do plano de Deus.
Autor: Padre Gian Luigi Morgano
domingo, 18 de novembro de 2012
Presépio: Com explicação e para colorir
Gostaram da explicação dos personagens do presépio?
Agora vamos rezar uma Ave Maria para o pai da Cláudia (do blog Catequese na Net) que está hospitalizado a 8 dias em estado grave, após ter sofrido um AVC...
"Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois Vós entre as mulheres, bendito é o fruto em Vosso ventre, Jesus.
Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós os pecadores, agora e na hora da nossa morte.
sábado, 17 de novembro de 2012
Parabéns Vovó Dorlice!
Hoje é um dia muito especial!
É aniversário da minha avó!
É uma pessoa única, já deu para perceber pelo nome, por que acredito eu que esse nome foi escolhido somente para ela rsrs.
Uma pessoa que possui um nome tão diferente e único deveria ser mesmo uma pessoa especial e inesquecível, e assim é minha vó!
Vó Dorlice é uma grande mulher que carrega uma história emocionante, que viraria um belo e merecido filme.
Minha vó foi a primeira catequista que tive, pois desde pequenininho ela me levava a missa toda semana, e o que sou hoje, devo muito a ela!
Peço a Deus que nunca deixe faltar a alegria que minha vó possui, que nunca deixe faltar saúde, e tudo que a faz feliz.
Parabéns Vovó Dorlice!
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Teatro de Natal: O boi e o burro a caminho de Belém!
Nossas crianças receberam Jesus Eucarístico no último domingo dia 11/11 e quem disse que a catequese acabou por conta disso? Aí muitos catequistas perguntam: Mas as crianças não voltam mais.
(Surgem o Boi e o Burro, ao ritmo da música(Berceuse) dançando, descontraídos) e examinando o ambiente. Ao terminar a música, eles se colocam de cada lado do palco)
BOI: Muuuuuu!!! (mugindo).
BURRO: Hiiiiiiiii!!! (relinchando).
BOI: Burro, ei Burro. Você está notando qualquer coisa hoje?
BURRO: Não estou notando nada, não, Boi!
BOI: Você é mesmo muito burro, hein amigo? Então não está vendo que tudo está meio mudado?
BURRO: (cheirando o ar). É verdade, amigo Boi. Tudo cheira diferente por estas bandas (cheirando com barulho).
BOI: (olhando o céu). E nunca o céu esteve tão estrelado, tão perto! (continua olhando o céu, e o Burro faz o mesmo).
BURRO: Não é que é verdade, amigo Boi, não é que é verdade? Sou mesmo muito burro... não tinha notado antes. Está tudo muito esquisito!(mudando de tom e olhando assustado para o Boi). Será que o mundo vai acabar, hem, Boi?
BOI: Talvez comece um outro mundo!
BURRO: (triste): E nós? Haverá pastagens para nós dois no outro mundo?
BOI: Sei não! (Enquanto isso, mais um susto...)
CENA 2:
(Entra a estrela de Belém, lentamente aos som de uma música natalina. Ela segura uma grande estrela de papelão nas mãos. O Boi e o Burro vão seguindo a estrela com os olhos)
BOI: Éhhhhh... esse lugar que era quieto, silencioso... agora... (Ouve-se a flauta do Pastor. O Boi e o Burro olham espantados para o Pastor que toca a flauta de bambu, olhando para o céu).
PASTOR: (Já no palco parando de tocar olhando para o céu). Oh! (nesse momento a estrela de Belém fixa a estrela de papelão bem em cima do estábulo e sai de cena)
BURRO: (Seguindo o olhar do Pastor). Oh!
BOI: (idem).
PASTOR: A estrela parou.
BURRO: Parou.
BOI: Bem em cima.
OS DOIS: ... do nosso estábulo.
PASTOR: (Sempre fitando a estrela). Grande como um girassol!
BURRO: Única no céu distante!
BOI: Com o brilho de mil estrelas...
OS TRÊS: Nunca se viu outra igual!
BOI: (Aflito). Pastor, explica! Explica por que a estrela parou bem em cima do nosso estábulo!?
PASTOR: Mistério! Mistério, amigo Boi. Mistério que um pobre pastor não pode desvendar.
BOI: Nem eu...
BURRO: (Triste). Nem eu...
(O Pastor recomeça a tocar a flauta e sai dando uma volta por trás do estábulo, desaparecendo pela esquerda, ao fundo).
BOI: (Muito aflito, e ainda olhando para o céu). Burro! Ei burro!
BURRO: Que é boi?
BOI: (Aproximando-se bem do Burro, e falando quase em segredo). Estou muito desconfiado.
BURRO: De que Boi?
BOI: (Cheio de mistério). De que ele vai nascer aqui.
BURRO: (Escandalizado). Nem digo isto, Boi. Numa estrebaria tão suja. Tão pobre.
BOI: Então por que tudo isto? Por que a estrela parou bem em cima?...
BURRO: (Rápido). A estrela deve ter se enganado.
BOI: (Correndo o estábulo). E este cheiro tão doce por toda a parte...
BURRO: (Chegando para a cesta de capim encostada ao estábulo). Até o capim nosso de cada dia, cheira bem hoje...
(Corre e diz à platéia, assustado). Onde já se viu isto? Pensar que ele ia nascer aqui... (Dá um salto, indo para o meio da cena, e indo nervosamente).
BURRO: (Assustado com a explosão do Boi, e segurando-o). Fica quieto, Boi. É bom irmos arrumando as coisas por aqui! (pega uma vassoura) Vamos fazer uma limpezinha, porque no caso de acontecer...
BOI: É mesmo (pega um pano e começa a limpar tudo, inclusive o rabo do burro e a própria cara) Vou buscar palha seca e fofa! (Eles saem e tornam a voltar segurando um pouco de palha. Cada um puxa a palha para seu lado e brigam)
BURRO: NÃO empurra, sou eu que arrumo!
BOI: Sou eu Burro, Sou eu! Saia Sou eu que quero arrumar a palhinha para o Menino!
CENA 3 – ANJOS
(Ouvem-se vários sininhos que vão aumentando de volume. Entram os anjinhos. Um, segurando uma vassoura prateada e bailando, vai varrendo a cena. O segundo carrega um jarro de água e o terceiro, uma bacia. Eles se encontram no meio do palco e o segundo anjo despeja água na bacia que é colocada perto da manjedoura. Dois outros, pegam as palhas espalhadas pelo Boi e pelo Burro, arrumando-as na manjedoura. O primeiro e o segundo anjos trazem uma toalhinha branca e colocam-na sobre as palhas. O terceiro anjo entra com um turíbulo, incensando todo o ambiente, inclusive o Boi e o Burro. Os anjinhos entram e saem num movimento contínuo e na ponta dos pés, como se dançassem. Durante toda a cena, os animais ficam estarrecidos, parados, um de cada lado, do palco. Quando o último anjinho sai, cessam os sininhos e o boi e o burro aproximam-se do estábulo)
CENA 4
( O boi e o burro observam a transformação do ambiente)
BURRO: Eles vieram arrumar...
BOI: Tudo está tão limpinho...
BURRO: (Desconsolado, dirige-se para a platéia e encosta a cabeça em algum lugar, como se estivesse chorando)
BOI: O que é burro?
BURRO: E nós, pobres bichos, que queríamos fazer este trabalho...
BOI: (triste): Quanta pretensão!
BURRO: Não percebemos que isto era trabalho para anjos e não para um boi babento...
BOI: Nem para um burro sujo
BURRO: (conciliador) Deixa pra lá, Boi! Não vamos brigar hoje. (aproximando-se do estábulo) Tudo está pronto!
BOI: Só falta acontecer... E só nós dois aqui...
BURRO: Um burro!
BOI: um boi!
OS DOIS: Pra tamanho acontecimento!
CENA 05 – MARIA E JOSÉ
(Ao som de uma musica, entram José e Maria, este levando Jesus debaixo do manto invisível, enquanto caminham até o palco – Música baixa, enquanto o Burro e o Boi falam).
BOI: Oh!
BURRO: Oh!
BOI: (Ternamente, mas solene). Lá vem Maria lentamente carregando o mistério.
BURRO: Parece leve como a brisa.
BOI: Parece uma gota no capim da manhã.
BURRO: Lá vem José.
(Quando José e Maria chegam bem perto do estábulo, aumenta-se o volume da música. Quando entram no estábulo, cessa a música e sinhôs começam a soar. Os anjinhos chegam na ponta dos pés e, sempre bailando, fazem um círculo em torno de Maria. Eles escondem Maria que, de costas para o público, coloca o Menino Jesus na Manjedoura. Os anjinhos continuam a dançar, enquanto Maria e José se colocam na posição clássica do presépio. Ela ajoelhada e ele, no outro lado, de pé, apoiado no cajado. Os anjinhos vão se afastando e saem, sempre dançando. Um foco de luz cai sobre o Menino. Música durante toda a cena. O Boi e o Burro ficam num canto, só assistindo)
CENA 06
(O boi e o Burro aproximam-se na ponta dos pés)
BOI: Que maravilha!
BURRO: (puxando o Boi) Não se aproxime tanto! Não é bom que ele veja logo nossas caras feias...
BOI: Tem razão! Ele pode se assustar! (Maria sorri para eles)
BURRO: (Emocionado): A mãe dele está sorrindo!
BOI: Pra quem? Para nós dois?
BURRO: Éééé´! Só pode ser pra nós dois?! (Eles começam a pular de alegria. Maria sorri de novo e eles vão se aproximando com cuidado)
BOI: Acho que ele ta com frio??
BURRO: Pois então, aqueça ele com seu bafo quente neh Boi!
BOI: (experimentando o bafo na mão) Boa idéia, Burro. Até que você ficou menos burro!
BURRO: E eu, com meu rabo, espanto as moscas
(Eles dirigem-se para a platéia e diz)
BOI: Nunca imaginei ser mais do que um boi!
BURRO: E eu então? Tão burro... Tão burro... Nunca imaginei... Nós dois, um boi e um burro, ligados para sempre ao mistério.
CENA 07
(O boi e o burro afastam-se lentamente até se colocarem nas posições clássicas do presépio, cada um de um lado, atrás do Menino Jesus. Ao som de NOITE FELIZ, pastores e pastoras, entram pelo meio do teatro, depois, os reis magos com seus presentes. Todos se ajoelham para adorar o Menino. O público pode ser orientado com antecedência para também trazer suas ofertas, que serão colocadas num cesto à frente do presépio vivo e, mais tarde doadas a irmãos carentes.)
(Essa peça é uma adaptação da obra e Maria clara Machado. O texto original encontra-se no livro Teatro I da coleção “teatro” – editora Agir)
Personagens: Boi, Burro, estrela, Cinco anjinhos, Maria, José ,Três Reis Magos, Pastor.
Aí eu, catequista Jonathan respondo: Me desculpem mas não voltam por que vocês não querem. Nas celebrações de primeira eucaristia, os catequistas dão a lembrancinha no final da missa, e isso não fazemos, primeiro por que vira tumulto e outro por que precisamos mostrar aos catequizandos que a catequese não termina após receber Jesus e sim é uma contunuação, por isso marcamos com eles que a entrega das lembrancinhas serão no próximo encontro (estrategia que funciona rsrs).
Bom mais voltar a catequese após a missa da 1ª eucaristia só por voltar não dá né?
Então, mãos a obra! Já que nossas crianças receberão Jesus pela primeira vez vamos então festejar e celebrar o nascimento de Jesus cristo, e como fazer isso?
No nosso último encontro iremos fazer um delicioso café da manhã para os catequizandos e nós catequistas já estamos até ensaiando o teatro O BOI E O BURRO, que retiramos a ideia do blog da Imaculada.
Vamos dar também um chaveirinho de um anjinho, e aí sim entraremos de férias.
Férias essas que sou contra por ser tão longa rsrsrs.
Faça o teatro com ou para suas crianças!
O BOI E O BURRO A CAMINHO DE BELÉM.
CENA 1(Surgem o Boi e o Burro, ao ritmo da música(Berceuse) dançando, descontraídos) e examinando o ambiente. Ao terminar a música, eles se colocam de cada lado do palco)
BOI: Muuuuuu!!! (mugindo).
BURRO: Hiiiiiiiii!!! (relinchando).
BOI: Burro, ei Burro. Você está notando qualquer coisa hoje?
BURRO: Não estou notando nada, não, Boi!
BOI: Você é mesmo muito burro, hein amigo? Então não está vendo que tudo está meio mudado?
BURRO: (cheirando o ar). É verdade, amigo Boi. Tudo cheira diferente por estas bandas (cheirando com barulho).
BOI: (olhando o céu). E nunca o céu esteve tão estrelado, tão perto! (continua olhando o céu, e o Burro faz o mesmo).
BURRO: Não é que é verdade, amigo Boi, não é que é verdade? Sou mesmo muito burro... não tinha notado antes. Está tudo muito esquisito!(mudando de tom e olhando assustado para o Boi). Será que o mundo vai acabar, hem, Boi?
BOI: Talvez comece um outro mundo!
BURRO: (triste): E nós? Haverá pastagens para nós dois no outro mundo?
BOI: Sei não! (Enquanto isso, mais um susto...)
CENA 2:
(Entra a estrela de Belém, lentamente aos som de uma música natalina. Ela segura uma grande estrela de papelão nas mãos. O Boi e o Burro vão seguindo a estrela com os olhos)
BOI: Éhhhhh... esse lugar que era quieto, silencioso... agora... (Ouve-se a flauta do Pastor. O Boi e o Burro olham espantados para o Pastor que toca a flauta de bambu, olhando para o céu).
PASTOR: (Já no palco parando de tocar olhando para o céu). Oh! (nesse momento a estrela de Belém fixa a estrela de papelão bem em cima do estábulo e sai de cena)
BURRO: (Seguindo o olhar do Pastor). Oh!
BOI: (idem).
PASTOR: A estrela parou.
BURRO: Parou.
BOI: Bem em cima.
OS DOIS: ... do nosso estábulo.
PASTOR: (Sempre fitando a estrela). Grande como um girassol!
BURRO: Única no céu distante!
BOI: Com o brilho de mil estrelas...
OS TRÊS: Nunca se viu outra igual!
BOI: (Aflito). Pastor, explica! Explica por que a estrela parou bem em cima do nosso estábulo!?
PASTOR: Mistério! Mistério, amigo Boi. Mistério que um pobre pastor não pode desvendar.
BOI: Nem eu...
BURRO: (Triste). Nem eu...
(O Pastor recomeça a tocar a flauta e sai dando uma volta por trás do estábulo, desaparecendo pela esquerda, ao fundo).
BOI: (Muito aflito, e ainda olhando para o céu). Burro! Ei burro!
BURRO: Que é boi?
BOI: (Aproximando-se bem do Burro, e falando quase em segredo). Estou muito desconfiado.
BURRO: De que Boi?
BOI: (Cheio de mistério). De que ele vai nascer aqui.
BURRO: (Escandalizado). Nem digo isto, Boi. Numa estrebaria tão suja. Tão pobre.
BOI: Então por que tudo isto? Por que a estrela parou bem em cima?...
BURRO: (Rápido). A estrela deve ter se enganado.
BOI: (Correndo o estábulo). E este cheiro tão doce por toda a parte...
BURRO: (Chegando para a cesta de capim encostada ao estábulo). Até o capim nosso de cada dia, cheira bem hoje...
(Corre e diz à platéia, assustado). Onde já se viu isto? Pensar que ele ia nascer aqui... (Dá um salto, indo para o meio da cena, e indo nervosamente).
BURRO: (Assustado com a explosão do Boi, e segurando-o). Fica quieto, Boi. É bom irmos arrumando as coisas por aqui! (pega uma vassoura) Vamos fazer uma limpezinha, porque no caso de acontecer...
BOI: É mesmo (pega um pano e começa a limpar tudo, inclusive o rabo do burro e a própria cara) Vou buscar palha seca e fofa! (Eles saem e tornam a voltar segurando um pouco de palha. Cada um puxa a palha para seu lado e brigam)
BURRO: NÃO empurra, sou eu que arrumo!
BOI: Sou eu Burro, Sou eu! Saia Sou eu que quero arrumar a palhinha para o Menino!
CENA 3 – ANJOS
(Ouvem-se vários sininhos que vão aumentando de volume. Entram os anjinhos. Um, segurando uma vassoura prateada e bailando, vai varrendo a cena. O segundo carrega um jarro de água e o terceiro, uma bacia. Eles se encontram no meio do palco e o segundo anjo despeja água na bacia que é colocada perto da manjedoura. Dois outros, pegam as palhas espalhadas pelo Boi e pelo Burro, arrumando-as na manjedoura. O primeiro e o segundo anjos trazem uma toalhinha branca e colocam-na sobre as palhas. O terceiro anjo entra com um turíbulo, incensando todo o ambiente, inclusive o Boi e o Burro. Os anjinhos entram e saem num movimento contínuo e na ponta dos pés, como se dançassem. Durante toda a cena, os animais ficam estarrecidos, parados, um de cada lado, do palco. Quando o último anjinho sai, cessam os sininhos e o boi e o burro aproximam-se do estábulo)
CENA 4
( O boi e o burro observam a transformação do ambiente)
BURRO: Eles vieram arrumar...
BOI: Tudo está tão limpinho...
BURRO: (Desconsolado, dirige-se para a platéia e encosta a cabeça em algum lugar, como se estivesse chorando)
BOI: O que é burro?
BURRO: E nós, pobres bichos, que queríamos fazer este trabalho...
BOI: (triste): Quanta pretensão!
BURRO: Não percebemos que isto era trabalho para anjos e não para um boi babento...
BOI: Nem para um burro sujo
BURRO: (conciliador) Deixa pra lá, Boi! Não vamos brigar hoje. (aproximando-se do estábulo) Tudo está pronto!
BOI: Só falta acontecer... E só nós dois aqui...
BURRO: Um burro!
BOI: um boi!
OS DOIS: Pra tamanho acontecimento!
CENA 05 – MARIA E JOSÉ
(Ao som de uma musica, entram José e Maria, este levando Jesus debaixo do manto invisível, enquanto caminham até o palco – Música baixa, enquanto o Burro e o Boi falam).
BOI: Oh!
BURRO: Oh!
BOI: (Ternamente, mas solene). Lá vem Maria lentamente carregando o mistério.
BURRO: Parece leve como a brisa.
BOI: Parece uma gota no capim da manhã.
BURRO: Lá vem José.
(Quando José e Maria chegam bem perto do estábulo, aumenta-se o volume da música. Quando entram no estábulo, cessa a música e sinhôs começam a soar. Os anjinhos chegam na ponta dos pés e, sempre bailando, fazem um círculo em torno de Maria. Eles escondem Maria que, de costas para o público, coloca o Menino Jesus na Manjedoura. Os anjinhos continuam a dançar, enquanto Maria e José se colocam na posição clássica do presépio. Ela ajoelhada e ele, no outro lado, de pé, apoiado no cajado. Os anjinhos vão se afastando e saem, sempre dançando. Um foco de luz cai sobre o Menino. Música durante toda a cena. O Boi e o Burro ficam num canto, só assistindo)
CENA 06
(O boi e o Burro aproximam-se na ponta dos pés)
BOI: Que maravilha!
BURRO: (puxando o Boi) Não se aproxime tanto! Não é bom que ele veja logo nossas caras feias...
BOI: Tem razão! Ele pode se assustar! (Maria sorri para eles)
BURRO: (Emocionado): A mãe dele está sorrindo!
BOI: Pra quem? Para nós dois?
BURRO: Éééé´! Só pode ser pra nós dois?! (Eles começam a pular de alegria. Maria sorri de novo e eles vão se aproximando com cuidado)
BOI: Acho que ele ta com frio??
BURRO: Pois então, aqueça ele com seu bafo quente neh Boi!
BOI: (experimentando o bafo na mão) Boa idéia, Burro. Até que você ficou menos burro!
BURRO: E eu, com meu rabo, espanto as moscas
(Eles dirigem-se para a platéia e diz)
BOI: Nunca imaginei ser mais do que um boi!
BURRO: E eu então? Tão burro... Tão burro... Nunca imaginei... Nós dois, um boi e um burro, ligados para sempre ao mistério.
CENA 07
(O boi e o burro afastam-se lentamente até se colocarem nas posições clássicas do presépio, cada um de um lado, atrás do Menino Jesus. Ao som de NOITE FELIZ, pastores e pastoras, entram pelo meio do teatro, depois, os reis magos com seus presentes. Todos se ajoelham para adorar o Menino. O público pode ser orientado com antecedência para também trazer suas ofertas, que serão colocadas num cesto à frente do presépio vivo e, mais tarde doadas a irmãos carentes.)
(Essa peça é uma adaptação da obra e Maria clara Machado. O texto original encontra-se no livro Teatro I da coleção “teatro” – editora Agir)
Personagens: Boi, Burro, estrela, Cinco anjinhos, Maria, José ,Três Reis Magos, Pastor.
Reflexão: O fogo, a água e a confiança
Enquanto termino as novidades para o nosso blog "Catequese com Crianças" trago a vocês uma linda reflexão que vi no facebook, e por falar em facebook convido a todos vocês leitores a "CLICAREM AQUI" e CURTI a nossa página no facebook.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Reflexão: “A senhora é a esposa de DEUS?"
Um menino de 10 anos estava parado na frente de uma loja de sapatos olhando a vitrine e tremendo de frio. Uma senhora aproximou-se do menino e disse-lhe: “Meu pequeno o que você está olhando com tanto interesse nesta vitrine”. O menino então respondeu : “Estava pedindo a Deus que me desse um par de sapatos”.
A senhora o tomou pela mão e o levou para dentro da loja, pediu ao vendedor que lhe des
se meia dúzia de pares de sapatos para o menino. Perguntou ao vendedor se poderia lhe emprestar uma bacia com água e uma toalha. O vendedor trouxe-lhe rapidamente o que pediu. A senhora levou o menino à parte traseira da loja, retirou as luvas, lavou os pés do menino e secou-os com a toalha. Então o vendedor chegou com os sapatos, a senhora pôs-lhe um par deles no menino e os comprou-lhe. Juntou os outros pares e os deu ao menino. Afagou o menino na cabeça e disse-lhe: “não há dúvida que você se sente agora mais confortável”, o menino a abraçou, e quando ela já se voltava para sair, o menino com lágrimas nos olhos lhe perguntou:
“A senhora é a esposa de DEUS?"
- Lindo não é amigos leitores e catequistas? Me emocionei muito quando li esta mensagem. Quantas vezes somos testados por Deus sem ao menos perceber, e muitas vezes viramos as costas sem ao menos pensar que aquela pessoa foi colocada por Deus em nosso caminho.
Quando recebermos um pedido de ajuda, que possamos estender as mãos ao próximo, só assim seremos dignos de ser chamados filhos de Deus. -
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Missa de Primeira Eucaristia
Depois de muitos pedidos de ideias para missa de Primeira Comunhão Eucarística, estou apresentando aqui nesta postagem ideias que usamos em nossa celebração no dia 11/11.
Não tem nada de muito diferente mas talvez nossas ideias possam clarear as ideias de vocês queridos catequistas.
Comentarista: Hoje, a nossa comunidade se encontra em festa pelas crianças que irão receber pela primeira vez, o Corpo e Sangue de Jesus Cristo vivo na Santa Comunhão, e por suas famílias e catequistas que contribuíram nesta longa caminhada que fizeram até aqui. Em ação de graças, peçamos a Deus que este primeiro passo que elas estão dando hoje, seja, um de muitos que irão dar ao encontro de Cristo Eucarístico.
(Ler o comentário inicial do folheto da missa)
Canto:
Não tem nada de muito diferente mas talvez nossas ideias possam clarear as ideias de vocês queridos catequistas.
Comentarista: Hoje, a nossa comunidade se encontra em festa pelas crianças que irão receber pela primeira vez, o Corpo e Sangue de Jesus Cristo vivo na Santa Comunhão, e por suas famílias e catequistas que contribuíram nesta longa caminhada que fizeram até aqui. Em ação de graças, peçamos a Deus que este primeiro passo que elas estão dando hoje, seja, um de muitos que irão dar ao encontro de Cristo Eucarístico.
(Ler o comentário inicial do folheto da missa)
Fiquemos de pé e com grande alegria recebamos as crianças dos setores Dom Bosco e Padre Augusto Horta (no lugar do nome da nossa comunidade, vocês colocam o nome da sua comunidade), e nosso celebrante cantando...
Usamos os cantos da missa do CD "As Crianças Cantam" da PAULUS. Para que todos os catequizandos aprendam os cantos é preciso ter disponibilidade para no mínimo 5 ensaios, e assim fizemos.
No último ensaio nossas crianças receberam um belo pirulito doado por nossa colaboradora Luz Maura.
Canto de entrada:
1. Aqui viemos pra juntos celebrar
Aqui viemos também nos encontrar
Em Jesus Cristo, nosso amigo e
irmão
Nossa fé e amor, vamos renovar.
REF.: No teu altar, o nosso coração
No teu olhar, a nossa direção
Na tua mão, todas as crianças
No teu amor, mais vida e
esperança.
2. Na tua casa somamos alegria
Ao teu altar a nossa energia
E as pessoas que amamos
Com o teu povo hoje celebramos.
3. A nossa vida tem sentido e amor
A nossa festa tem brilho, tem valor
Pois nosso Deus é Pai amoroso
Sua casa é como abraço carinhoso.
Acolhida
Sacerdote: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Todos: Amém!
Sacerdote: Na alegria, caminhamos para o Senhor. Ele nos dá o Cristo em comunhão e nos convida para recebê-lo em comunhão também com nossos irmãos.
Todos: O Senhor fez em nós maravilhas, o seu nome é santo.
Sacerdote: Sejam bem vindas todas as crianças que vão receber a primeira Eucaristia, pais, parentes, amigos e todos os fiéis que acreditam na misericórdia do Senhor. Ele que abriu seu coração cheio de amor nos conceda a paz, esperança e fé.
Todos: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
Ato Penitencial
Sacerdote: Humildemente peçamos perdão a Deus pelos nossos pecados, pelas nossas omissões, pela nossa ingratidão, enfim, por tudo que nos afasta da amizade de Deus.
Canto: 1. O teu olhar tocou meu coração
Teu jeito meigo me falou do céu.
Senhor, perdão, perdão!
Elevo a Ti minhas mãos, Senhor!
2. O teu olhar tocou o meu irmão.
Teu jeito meigo me falou do céu.
Jesus, perdão, perdão!
Elevo a Ti minhas mãos, Jesus!
3. O teu olhar tocou o mundo inteiro.
Teu jeito meigo me falou do céu.
Senhor, perdão, perdão!
Elevo a Ti minhas mãos, Senhor!
Oração: Oremos: Derramai, ó Deus, a vossa graça em nossos corações para que, conhecendo pela mensagem do anjo a encarnação do vosso Filho, cheguemos, por sua paixão e cruz, à glória da ressurreição. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.
Todos: Amém
Liturgia da Palavra: Serão usadas as leituras do dia.
Salmos: Será usado o salmo do dia.
Aclamação do Evangelho:
Canto:
Vamos bater palmas, vamos aclamar
Jesus é a Palavra, vamos escutar
Aleluia, aleluia, vamos aclamar
Jesus é a vida e vem nos ensinar
Aleluia, aleluia, aleluia
Aleluia, aleluia, aleluia.
Vamos bater palmas, vamos aclamar
Jesus é a Palavra, vamos escutar
Aleluia, aleluia, vamos aclamar
Jesus é a vida e vem nos ensinar
Aleluia, aleluia, aleluia
Aleluia, aleluia, aleluia.
Evangelho: Será usado o evangelho do dia.
Renovação das promessas do batismo
Animador: O Círio Pascal, é símbolo de Jesus ressuscitado. Com a vela acesa simbolizando a nossa fé, renovemos as promessas do batismo.
Sacerdote: Vocês livremente decidiram abraçar a fé cristã, por isso vamos renovar as promessas batismais diante da comunidade. O que aconteceu com vocês no dia do batismo?
Catequizandos: Pela graça do batismo, nos tornamos filhos de Deus, irmãos de Jesus Cristo, templo do espírito Santo e membro da igreja.
Sacerdote: Vocês crêem que Deus é o nosso Pai, que nos ama e fez tudo para o nosso bem.
Catequizando: Sim, creio.
Sacerdote: Vocês crêem que Jesus é o filho de Deus, morreu e ressuscitou?
Catequizando: Sim, creio.
Sacerdote: Cristo é a verdade e a vida. Vocês querem viver na verdade aceitando Jesus Cristo em nossa vida?
Catequizando: Sim, quero.
Sacerdote: Vocês prometem ser cristãos autênticos, viver em comunidade como Jesus viveu?
Catequizando: Sim, prometo.
Sacerdote: Se querem viver a fé, vocês podem estar seguros da vida eterna. Deus os façam mais firmes na fé, fortes na esperança e seguros na caridade, com a proteção de Maria. Assim consagremos agora nossas vidas a mãe de Jesus e nossa mãe.
Catequizandos: Maria, minha querida mãe, coloca a tua mão sobre a minha cabeça, guarda minha mente, meu coração, e todo o meu ser. Educa os meus sentimentos, para que eles sejam sempre puros. Santifica meus pensamentos, palavras e ações, a fim de que eu possa estar sempre em comunhão com Teu Filho Jesus. Daí-nos tua Bênção, ó Mãe querida, e cobre-nos com teu manto.
Amém!
Sacerdote: Cheios do Espírito Santo e conscientes desta missão a nós confiada, professemos a nossa fé, rezando:
Creio em Deus Pai todo poderoso, Criador do céu e da terra e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor. Que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus está sentado à direita de Deus Pai Todo poderoso donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos nossos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna.
Amém!
Oração da Assembleia
Usamos a oração do folheto e acrescentei as duas que cito abaixo:
A – Para que esta celebração da Eucaristia não seja a primeira e última, mas o começo de uma vida de comunhão com Deus e na comunidade, nós vos dizemos;
B – Para que os pais deem continuidade na educação religiosa de seus filhos e que a Palavra do Senhor seja motivo de transformação e luz para todos nós, nós vos dizemos;
Ofertório:
1. Quando a gente oferece um presente
Sempre escolhe o que tem de melhor.
Quando a gente recebe um presente
Sempre olha pra algo muito maior.
Nosso Deus é amor sem medida
Ele é a força e sentido da vida.
REF.: Nossa festa tem pão e delicadeza,
Há partilha e amor em nossa mesa,
Alegrias também aqui são somadas,
Pão e vinho são dons partilhados.
2. Quando o abraço nos traz o calor
Daquilo que o coração dá valor
Quando o sol da manhã aparece
A gente fica feliz e agradece
Porque nosso Deus oferece
Tudo de bom pra você e pra mim.
Canto / Santo: Santo
Santo, santo, santo, santo é o Senhor.
Bendito o que vem em nome do Senhor.
Santo, santo, santo, santo é o Senhor.
Hosana, hosana, hosana nas alturas.
O céu e a terra proclamam vossa glória.
Hosana, hosana, hosana nas alturas.
Canto da Paz:
Paz para meu irmão! Paz para minha irmã!
Esta é a paz de Deus! Esta é a paz do céu.
Na alegria um abraço, um sorriso,
Um carinho, um aperto de mão! (bis)
Comunhão:
A) 1. A mesa está preparada: pão e vinho, presença de irmãos.
Alegria na festa esperada, é Jesus que se faz comunhão.
REF.: Eis o Cordeiro, verdadeiro de Deus! (bis)
2. Quem não se tornar uma criança, para a ceia do amor celebrar.
Não fará sua parte no Reino, Deus quer sempre conosco contar.
3. Um amigo encontrei para sempre, este amigo é Cristo Jesus.
É aquele que me dá coragem, minha vida, meus passos conduz.
4. Coração de criança eu tenho, para tua palavra escutar.
Sal da terra e luz para o mundo, quero contigo testemunhar.
B) 1. Aqui, na festa da Eucaristia
Sempre, sempre tem alegria
Sempre, sempre tem harmonia
Também tem muito amor.
REF.: Porque Jesus é nossa luz
É o pão da vida, pão do
amor
Porque Jesus é comunhão
É nosso irmão. (bis)
2. Aqui, na festa da Eucaristia
Estão também os amigos
Onde está nossa mãe Maria
Sempre tem mais um lugar.
3. Aqui, na mesa da Eucaristia
O centro é Cristo Jesus
Nossa festa tem a sua luz
Nossos passos tem seu olhar.
4. Aqui, na mesa da Eucaristia
Renovo a minha esperança
Aprendo a estender a mão
A cuidar e a ter compaixão.
Canto Final:
Nossa missa terminou, já começou nossa missão
Jesus Cristo vai conosco ele é amigo e é nosso irmão
Maria, nossa mãe e companheira vai conosco caminhar
Dessa jornada todo mundo pode vir participar.
Somos missionários vamos juntos anunciar
Que Jesus é a vida, força e esperança
Ele é nossa luz, é o caminho que conduz. (bis)
Ideias:
A) Entrada - Nossos catequizandos entraram em fila, seguindo a seguinte ordem: Coroinhas, catequizandos que entraram de mãos juntas (forma de oração), na mão direita dos catequizandos estavam amarrados um lencinho branco. Nas músicas mais animadas os catequizandos abanavam os lenços. Seguindo a ordem, depois vieram os ministros e o padre.
B) Leituras - Pedimos os pais dos catequizandos para fazer as leituras, comentários e preces da missa. Distribuímos antecipadamente as leituras da missa para os pais escolhidos.
C) Cantos - Os cantos foram ensaiados num total de 5 dias de ensaio com todos os catequizandos. Todas as músicas foram cantadas por crianças, com auxílio dos adultos. Inclusive o salmo que é considerado difícil para cantar foi cantado por uma menina, que com sua voz angelical deu ainda ainda mais brilho a nossa celebração. A dica é disponibilidade para os ensaios.
D) - Ofertório: Levamos ao altar paramentos da eucaristia (âmbula, cálice etc). Também levamos pão decorado com galhinhas de trigo. Uma cesta de uva que foi forrada com as próprias folhas de uva e por cima as uvas roxas, ficou muito lindo o arranjo feito pela catequista Etelvina. Quem fez a entrada foram catequizandos e os pais (cada um leva alguma coisa).
E) - Entrada da Bíblia fizemos ao som da conhecida música "é como a chuva que lava".
Uma criança na frente com a bíblia, duas em seguida aspergindo água benta, duas com a vela, e uma com um pompom brilhante simbolizando a chuva.
F) - Final: O grupo de louvor da Joana apresentou uma dança com a música "Sacramento da Comunhão", as meninas dançaram sensacionalmente lindo, não ouve quem conteve as lágrimas.
Estas são algumas dicas que compartilho com meus amigos leitores e catequistas!
EM BREVE AS FOTOS!
Assinar:
Postagens (Atom)






















