sábado, 20 de novembro de 2021

Atividade para catequese sobre a Solenidade de Cristo Rei

 Olá, catequistas!

A solenidade de Cristo Rei é uma celebração muito recente da Igreja. Foi o Papa Pio XI que a criou, em 1925. Naquele contexto, a Igreja via como necessário reafirmar a soberania real de Jesus e de seus ensinamentos, em um mundo que ia se afastando cada vez mais do Senhor. Hoje, quase 100 anos depois, caberia a pergunta se o mundo está caminhando mais que antes rumo ao Senhor. Não parece ser o caso, pelo menos não se olharmos rápida e superficialmente. Se seguirmos o mesmo critério de então, talvez hoje com mais razão precisamos afirmar essa realeza de Cristo.

Mas falar de realeza pode trazer muitos mal-entendidos. Se olharmos para os reis de antigamente, que tinham um poder absoluto sobre seus povos, veremos quase sempre que esse poder acaba corrompendo, de certa forma o coração do homem, ferido pelo pecado. Certamente houve reis santos, mas sabemos que nem os santos estão livres da ferida do pecado. De toda forma, a realeza de Jesus é de outra índole. Em sua realeza, lembramos sua divindade, que se manifestou colocando-se a serviço da humanidade. Esse traço característico de serviço também não encontramos com facilidade naqueles que detém um poder muito grande. (Não estamos excluindo a possibilidade, e certamente muita gente com essas responsabilidades fez um ótimo serviço à população).

Mas, inclusive, esse serviço que Jesus oferece é diferente de qualquer outro serviço prestado por pessoas poderosas. Por mais poderoso que fosse alguém, não poderia servir-nos dando-nos a salvação, o perdão dos pecados, a possibilidade de voltar a amizade com Deus sempre que nos voltemos para ele arrependidos das nossas faltas. O verdadeiro serviço de Jesus foi mostrar que nós somos criaturas de Deus, feridas pelo pecado, mas que Nele podemos encontrar de novo o sentido de nossas vidas, que sem Ele caminha para a morte.

Não é uma festa Bíblica, há que dizer. Jesus não aparece na Bíblia como um Senhor Glorioso dos povos. Pelo contrário, uma das vezes que a realeza de Jesus se manifesta é quando estão zombando dele. Quando o vestem de púrpura e o coroam com a coroa de espinhos, de maneira velada, podemos reconhecer aí um sinal de sua realeza, mas a verdade é que os soldados não estavam tão reverentes assim. A outra vez que Jesus é reconhecido como rei é quando entra montado em um burrico em Jerusalém. Ali ele é até aclamado como o filho de Davi! Mas parece que esse reconhecimento não durou muito, já que pouco depois a multidão gritava: Crucifica-o!

Nessa ocasião vale a pena que nos perguntemos sobre quem é o Senhor Jesus em nossas vidas. Será que permitimos realmente que ele seja o centro dela? Todas as vezes que rezamos o Pai-Nosso estamos pedindo que seu reino, ou seja, sua realeza, seu domínio venha sobre nós. E o nosso coração, está preparado para reconhecer seu verdadeiro rei? Porque isso é fundamental para o cristão: Reconhecer-se criatura. No nosso mundo, que muito se fala de autonomia, de segurança pessoal, que pretende ter o controle sobre tudo, essa festa vem nos recordar que Aquele que verdadeiramente reina é somente o Cristo.

E claro, vale lembrar que com essa festa terminamos o ano litúrgico. Já começa, de maneira especial, nossa caminhada de advento, rumo ao Natal. Que essa festa de Cristo Rei já nos coloque no clima e que não esqueçamos que Aquele menino, frágil e dependente da mãe, que vai nascer é, na realidade, o Rei do Universo, da qual todas as coisas foram feitas e em quem todas elas foram renovadas com sua encarnação, morte e ressurreição. A12.com

Catequistas, o site Catequese com Crianças preparou uma atividade para contribuir com o encontro catequético que ministrarem, vejam:

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Encontro de formação para Catequistas

CELEBRAÇÃO – At 8,26-40 

INÍCIO DO ENCONTRO

(Sala em círculo, um espaço celebrativo com panos coloridos, Bíblia, água, Círio, velas,

Saudação: Com um abraço as pessoas se cumprimentam

Canto: Eu vim para escutar... (Alguém introduz a Bíblia e os símbolos da vida infantil, juvenil e adulta)

Presidente: A Palavra de Deus nos reúne como catequistas. Abramos nosso coração para ouvi-la. Alguém introduz a Bíblia no grupo e proclama: At 8, 26-40

-Silêncio

-Vivência da Palavra

1- O CHAMADO: “Prepare-se e vá”

* Um dia, como Filipe, ouvimos o apelo do Sr.: sair de nós, tomar o caminho de “Gaza” (cada participante cita o nome da sua comunidade...) e até mesmo, passar por certos desertos e ajudar a Palavra a se fazer caminho para muitos. Quando foi? Como foi? Qual a mediação deste chamado? Pessoas, acontecimentos? O que experimentei, então?

            Canto: Te amarei

2-   A RESPOSTA: “Filipe levantou-se e foi”.

* Levantemo-nos e que este gesto seja um símbolo do nosso “sim”, da nossa    disponibilidade em acolher a reflexão desta noite e de continuar no caminho de Jesus. Cantemos:

   Canto: Eis-me aqui, Senhor 

3- CAMINHANDO NO MEIO DO POVO: “Nisto apareceu um eunuco etíope sentado no seu carro, lendo o profeta Isaías. O Espírito disse a Felipe: “Aproxime-se desce carro e o acompanhe. Felipe correu, perguntou...”        

 * Filipe encontra alguém negro, estrangeiro, escravo, discriminado e a ele é enviado. Nos deparamos com crianças, jovens e adultos. São de procedências diversas, de condições socais diversas. Trazem suas experiências, suas alegrias, suas angústias e desejos. Aproximemo-nos deles. Com nossa imaginação vamos correr até nossas comunidades e ouvi-los. Vamos trazê-los aqui para nosso meio e conversar com eles. Sentemo-nos ao lado deles. Ouçamos o que têm a nos dizer...

Partilha: Não falemos sobre eles, mas emprestemos nossas vozes para eles.

·        Transformemos esta sala em uma grande caixa de ressonância dos apelos das pessoas  em nossas comunidades.

4. ANUNCIANDO A BOA NOVA

“Então o eunuco disse a Felipe: ‘Por favor, me explique: de quem o profeta está dizendo isso? Ele fala de si mesmo ou se refere a outra pessoa?’. Então Felipe foi explicando...E, tomando essa passagem da Escritura como ponto de partida, anunciou Jesus ao eunuco”.

(Introduzir o Círio no meio do grupo)

Canto: Jesus Cristo, ontem, hoje e sempre. Ontem hoje e sempre, aleluia!

(Prossegue o encontro)

FINAL DO ENCONTRO

5-O COMPROMISSO SE RENOVA DIA A DIA: “Continuando o caminho, Felipe e o eunuco chegaram a um lugar onde havia água...O eunuco pergunta: “o que impede que eu seja batizado?”. Felipe lhe disse: “É possível se você acredita de todo coração”. O eunuco respondeu: “Eu acredito que Jesus Cristo é o Filho de Deus!”. E Felipe batizou o eunuco”.

-  Nós, educadores da fé, só conseguiremos catequizar se “acreditarmos de todo coração”, se nosso Batismo for uma realidade vivida no dia a dia.

- No final deste encontro, na condição quer de Felipes, quer de eunucos, renovemos nossos compromissos do batismo.

(Todos se aproximam do espaço celebrativo)

Refrão: Banhados em Cristo somos uma nova criatura! As coisas antigas já se passaram, somos nascidos de novo! Aleluia!Aleluia!Aleluia!

Oração sobre a água: “Senhor da vida, cujo Espírito pairava sobre as águas desde o início da criação, nós vos pedimos: enviai vossa bênção sobre esta água. Seja ela para nós um sinal do vosso amor que tudo renova e purifica. E que ao fazermos memória do nossos batismo, recordemos o vosso chamado a sermos no mundo, testemunhas de vossa Luz. Pelo Cristo Ressuscitado, vosso Filho e senhor nosso, Amém”.

- Quem quiser estenda a mão direita em direção ao Círio e diga ou “Eu creio...” .

- Convictos e convertidos, nós queremos VIDA NOVA para nós e para os catequizandos de         nossas comunidades.

Canto: Eu te peço desta água

(Enquanto se asperge, distribuem-se as velas)
Presidente: Aspergidos com este sinal de Vida Nova, nós queremos levar para todos a “luz”, a luz de Cristo e luz da certeza de que  podem contar conosco nesta caminhada de catequese. Que em nossa luz eles possam ver a LUZ.

Mantra: Ó luz do Senhor...

 (Alguém acende uma vela no Círio e as demais vão sendo acesas).

- Oração da luz: “Ó Deus, que em Cristo nos tornastes luz do mundo, fazei que caminhemos sempre como filhos da luz para que, perseverando na fé, possamos ser luz para os catequizandos e caminhar juntos para a Luz que não se apaga. Amém”.

Canto: Sim, eu quero que a luz de Deus que um dia em mim brilhou, jamais se esconda e não se apague em mim o seu fulgor. Sim, eu quero que o meu amor ajude o meu irmão a caminhar guiado por tua mão em tua lei, em tua luz, Senhor,

6.     É PRECISO PROSSEGUIR: “E, então, o eunuco prosseguiu sua viagem, cheio de   alegria”.

-         Alguns podem expressar o compromisso que assumem, o modo como querem ser luz para crianças, jovens ou adultos.

- (Apagam-se as velas)

Pai-Nosso

Canto a Maria: Pelas estradas da vida...

segunda-feira, 15 de novembro de 2021

PLANEJAMENTO E CALENDÁRIO CATEQUÉTICO (PERSEVERANÇA)

Livro principal da catequese: Bíblia Sagrada

Tarefas Fundamentais da Perseverança: conhecimento da fé, educação litúrgica, oração, formação moral (atitudes cristãs), educação à vida comunitária e iniciar à missão (cf. Diretório Geral para a Catequese, nº 84 – 87). As tarefas fundamentais da Catequese a serviço da iniciação à vida cristã são realizadas para fazer provar, saborear o “mistério da Salvação”:


  • Conhecer a Fé – os conteúdos de fé precisam desenvolver-se através dos textos bíblicos no método da Leitura Orante da Bíblia, conduzindo o catequizando à reflexão e diálogo com a Palavra; à experiência de fé; a interessar-se e ir criando vínculos com a comunidade; a prestar atenção na realidade e ir colocando-se em missão.
  • Educação Litúrgica – a iniciação litúrgica vai se desdobrando no acompanhar o movimento do Ano Litúrgico em seu ritmo semanal e anual, colocando a celebração eucarística dominical no centro da semana → o Domingo “no primeiro dia de cada semana” o Dia do Senhor (domingo – Dominus, latim significa Senhor). Também acompanham o processo as pequenas celebrações catequéticas contidas no manual.

            Assim como eu preciso fazer uma experiência com Cristo para segui-Lo, eu também preciso fazer uma experiência com a comunidade de fé, que é a Igreja, a portadora do depósito da fé, a extensão do grande corpo de Cristo e da qual eu sou membro. A comunidade é necessária para que a minha fé não seja estéril, morta, sem obras. Na comunidade paroquial, eu faço uma experiência de vida fraterna que faz toda a diferença no mundo de hoje. Na experiência dos apóstolos, o domingo tem lugar especial por se tratar do dia da ressurreição do Senhor. No início, quando eles não tinham igrejas nem eram perseguidos, eles celebravam em suas próprias casas. É isso que nós cristãos, hoje, somos chamados a resgatar: o sentido de casa de nossas paróquias, casa de comunhão e fé, ressurreição e vida. Portanto vejo como necessária a participação das missas dominicais, dos catequizandos e famílias, e não mesmo importante a participação ativa dos catequistas.


  • Oração – a aprendizagem de relacionar-se com Jesus a partir do texto bíblico (o texto leva a conversar com Deus) e fórmulas memorizadas através do método mistagógico, assim como, cantos litúrgicos apropriados ao nível do catequizando; conduz à eficácia e vivência de uma verdadeira espiritualidade eclesial.
  • Formação Moral (atitudes cristãs) – a prática fundamental da catequese é criar costumes e mentalidade de vida embasada e arraigada no Evangelho, e esta prática pelo saber aproveitar todos os momentos e oportunidades como “importantes e educativos à aprendizagem dos valores transmitidos por Jesus no Evangelho”.
  • Educação à Vida Comunitária – a primeira aprendizagem fraterna e comunitária se dá no próprio grupo de catequese “Venha e veja” (cf. Jo 1,39) e esta vai se ampliando com a comunidade eclesial pelo testemunho do catequista e família.
  • Iniciar à Missão: é a meta da catequese que começa pelo catequista visitando, conhecendo e missionando a família do catequizando e este pelo testemunho do catequista vai se abrindo à comunidade e sociedade do seu contexto. (Marcar visitas às casas dos catequizandos)

CATEQUESE FAMILIAR – CALENDÁRIO PERSEVERANÇA

 

DESCRIÇÃO DOS ENCONTROS:

CATEQUESE FAMILIAR 01

Apresentação de proposta e encontros para o ano - Celebração da Entrega da Cruz.

CATEQUESE FAMILIAR 02

Participar do mutirão de confissões.

CATEQUESE FAMILIAR 03

VIA SACRA - Encenação da Via Sacra.

CATEQUESE FAMILIAR 04

Participar com seu filho das celebrações da Semana Santa.

CATEQUESE FAMILIAR 05

Piquenique - Parque Lagoa do Nado.

CATEQUESE FAMILIAR 06

Mães participarem da celebração na Capela.

CATEQUESE FAMILIAR 07

Organizar e ornamentar a Procissão de São Pedro.

CATEQUESE FAMILIAR 08

“A família atuando na catequese” – pg. 22 do livro Catequese Familiar.

CATEQUESE FAMILIAR 09

Pais participarem da celebração na Capela.

CATEQUESE FAMILIAR 10

Filme em família - a definir.

CATEQUESE FAMILIAR 11

A família atuando na catequese - Apresentação dos trabalhos realizados para a Feira Bíblica.

CATEQUESE FAMILIAR 12

Feira Bíblica

CATEQUESE FAMILIAR 13

Passeio ao Parque .............. 

CATEQUESE FAMILIAR 14

Piquenique da Partilha 

INTERCÂMBIO DE VISITA A OUTROS GRUPOS DE PERSEVERANÇA 

Organizar um encontrão com catequizandos de PERSEVERANÇA de outras paróquias/cidades.


Observação: O site CATEQUESE COM CRIANÇAS sugere os temas e o trabalho acima, mas sintam-se a vontade para adaptá-lo da maneira que preferir.

domingo, 14 de novembro de 2021

ITINERÁRIO DE INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ COM CRIANÇAS, ADOLESCENTES E ADULTOS (PRÉ-CATEQUESE)


INICIAÇÃO: 3 A 7 ANOS

PRÉ-CATEQUESE: 8 e 9 ANOS

Livro principal da sementinha e pré-catequese: Bíblia Sagrada

Manual de apoio: Livros e sites aprovados pela Igreja Católica Apostólica Romana.

Tarefas Fundamentais da Sementinha e Pré-Catequese: conhecimento da fé, educação litúrgica, ensinar a rezar, formação moral (atitudes cristãs), educação à vida comunitária e iniciar à missão (cf. Diretório Geral para a Catequese, nº 84 – 87). As tarefas fundamentais da Catequese a serviço da iniciação à vida cristã são realizadas para fazer provar, saborear o “mistério da Salvação”: Na sementinha e pré-catequese, falaremos às crianças de um Deus criador, amoroso para com seu povo, preocupado com eles. As crianças conhecerão o seu Criador, tudo que Ele fez. Conhecerão também um pouco sobre a vida de Jesus, sua mãe e alguns de seus seguidores, falaremos sobre a Igreja, para que conheçam um pouco mais de nossa fé.

  • Conhecer a Fé – os conteúdos de fé precisam desenvolver-se através dos textos bíblicos no método da Leitura Orante da Bíblia, conduzindo o catequizando à reflexão e diálogo com a Palavra; à experiência de fé; a interessar-se e ir criando vínculos com a comunidade; a prestar atenção na realidade e ir colocando-se em missão.
  • Educação Litúrgica – a iniciação litúrgica vai se desdobrando no acompanhar o movimento do Ano Litúrgico em seu ritmo semanal e anual, colocando a celebração eucarística dominical no centro da semana → o Domingo “no primeiro dia de cada semana” o Dia do Senhor (domingo – Dominus, latim significa Senhor). Também acompanham o processo as pequenas celebrações catequéticas contidas no manual.

            Assim como eu preciso fazer uma experiência com Cristo para segui-Lo, eu também preciso fazer uma experiência com a comunidade de fé, que é a Igreja, a portadora do depósito da fé, a extensão do grande corpo de Cristo e da qual eu sou membro. A comunidade é necessária para que a minha fé não seja estéril, morta, sem obras. Na comunidade paroquial, eu faço uma experiência de vida fraterna que faz toda a diferença no mundo de hoje. Na experiência dos apóstolos, o domingo tem lugar especial por se tratar do dia da ressurreição do Senhor. No início, quando eles não tinham igrejas nem eram perseguidos, eles celebravam em suas próprias casas. É isso que nós cristãos, hoje, somos chamados a resgatar: o sentido de casa de nossas paróquias, casa de comunhão e fé, ressurreição e vida. Portanto vejo como necessária a participação das missas dominicais, dos catequizandos e famílias, e não mesmo importante a participação ativa dos catequistas.


  • Ensinar a Rezar – a aprendizagem de relacionar-se com o Amigo Jesus a partir do texto bíblico (o texto leva a conversar com Deus) e fórmulas memorizadas através do método mistagógico, assim como, cantos litúrgicos apropriados ao nível do catequizando; conduz à eficácia e vivência de uma verdadeira espiritualidade eclesial.
  • Formação Moral (atitudes cristãs) – a prática fundamental da catequese é criar costumes e mentalidade de vida embasada e arraigada no Evangelho, e esta prática pelo saber aproveitar todos os momentos e oportunidades como “importantes e educativos à aprendizagem dos valores transmitidos por Jesus no Evangelho”.
  • Educação à Vida Comunitária – a primeira aprendizagem fraterna e comunitária se dá no próprio grupo de catequese “Venha e veja” (cf. Jo 1,39) e esta vai se ampliando com a comunidade eclesial pelo testemunho do catequista e família.
  • Iniciar à Missão: é a meta da sementinha e pré-catequese que começa pelo catequista visitando, conhecendo e missionando a família do catequizando e este pelo testemunho do catequista vai se abrindo à comunidade e sociedade do seu contexto. (Marcar visitas às casas dos catequizandos).
Observação: São sugestões de temas que o site CATEQUESE COM CRIANÇAS está disponibilizando. Sinta-se a vontade para usá-las e adaptá-las da maneira que quiser. 

sábado, 13 de novembro de 2021

ITINERÁRIO DE INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ COM CRIANÇAS, ADOLESCENTES E ADULTOS.


Livro principal da catequese: Bíblia Sagrada

Tarefas Fundamentais da Catequese: conhecimento da fé, educação litúrgica, ensinar a rezar, formação moral (atitudes cristãs), educação à vida comunitária e iniciar à missão (cf. Diretório Geral para a Catequese, nº 84 – 87). As tarefas fundamentais da Catequese a serviço da iniciação à vida cristã são realizadas para fazer provar, saborear o “mistério da Salvação”:

  • Conhecer a Fé – os conteúdos de fé precisam desenvolver-se através dos textos bíblicos no método da Leitura Orante da Bíblia, conduzindo o catequizando à reflexão e diálogo com a Palavra; à experiência de fé; a interessar-se e ir criando vínculos com a comunidade; a prestar atenção na realidade e ir colocando-se em missão.
  • Educação Litúrgica – a iniciação litúrgica vai se desdobrando no acompanhar o movimento do Ano Litúrgico em seu ritmo semanal e anual, colocando a celebração eucarística dominical no centro da semana → o Domingo “no primeiro dia de cada semana” o Dia do Senhor (domingo – Dominus, latim significa Senhor). Também acompanham o processo as pequenas celebrações catequéticas contidas no manual.

            Assim como eu preciso fazer uma experiência com Cristo para segui-Lo, eu também preciso fazer uma experiência com a comunidade de fé, que é a Igreja, a portadora do depósito da fé, a extensão do grande corpo de Cristo e da qual eu sou membro. A comunidade é necessária para que a minha fé não seja estéril, morta, sem obras. Na comunidade paroquial, eu faço uma experiência de vida fraterna que faz toda a diferença no mundo de hoje. Na experiência dos apóstolos, o domingo tem lugar especial por se tratar do dia da ressurreição do Senhor. No início, quando eles não tinham igrejas nem eram perseguidos, eles celebravam em suas próprias casas. É isso que nós cristãos, hoje, somos chamados a resgatar: o sentido de casa de nossas paróquias, casa de comunhão e fé, ressurreição e vida. Portanto vejo como necessária a participação das missas dominicais, dos catequizandos e famílias, e não mesmo importante a participação ativa dos catequistas.


  • Ensinar a Rezar – a aprendizagem de relacionar-se com o Amigo Jesus a partir do texto bíblico (o texto leva a conversar com Deus) e fórmulas memorizadas através do método mistagógico, assim como, cantos litúrgicos apropriados ao nível do catequizando; conduz à eficácia e vivência de uma verdadeira espiritualidade eclesial.
  • Formação Moral (atitudes cristãs) – a prática fundamental da catequese é criar costumes e mentalidade de vida embasada e arraigada no Evangelho, e esta prática pelo saber aproveita todos os momentos e oportunidades como “importantes e educativos à aprendizagem dos valores transmitidos por Jesus no Evangelho”.
  • Educação à Vida Comunitária – a primeira aprendizagem fraterna e comunitária se dá no próprio grupo de catequese “Venha e veja” (cf. Jo 1,39) e esta vai se ampliando com a comunidade eclesial pelo testemunho do catequista e família.
  • Iniciar à Missão: é a meta da catequese que começa pelo catequista visitando, conhecendo e missionando a família do catequizando e este pelo testemunho do catequista vai se abrindo à comunidade e sociedade do seu contexto. (Marcar visitas as casas dos catequizandos)

quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Papa Francisco encoraja catequistas a ter olhar fixo no ministério Eucarístico

O papa Francisco disse que a catequese deve ser uma obra de evangelização com o olhar fixo no mistério eucarístico, hoje, 17 de setembro, durante o encontro “Catequese e catequistas para a nova evangelização” organizado pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.

O papa discursou na Sala Clementina do Vaticano e disse aos participantes do encontro para “observar como o grande compromisso da catequese pode ser eficaz na obra evangelizadora se o seu olhar se mantém fixo no mistério eucarístico”.

“Não podemos esquecer que o lugar privilegiado da catequese é precisamente a celebração eucarística, onde irmãos e irmãs se reúnem para descobrir, cada vez mais, os diferentes modos como Deus está presente nas suas vidas”, disse o papa.

Ele lembrou do encontro com os bispos, sacerdotes, religiosas e catequistas na catedral de são Martinho, em Bratislava, onde afirmou que “a evangelização não é jamais uma mera repetição do passado” e citou o exemplo dos “grandes santos evangelizadores, como Cirilo e Metódio, como Bonifácio, que foram criativos, com a criatividade do Espírito Santo”.

“Abriram novos caminhos, inventaram novas línguas, novos alfabetos, para transmitir o Evangelho, para a inculturação da fé. Isso exige saber ouvir as pessoas, ouvir os povos aos quais se anuncia: ouvir a sua cultura, a sua história. Ouvir, não de forma superficial, pensando já nas respostas pré-fabricadas que levamos na pasta. Não! Escutar realmente e confrontar essas culturas, essas línguas, inclusive, e sobretudo, o não dito, o não expresso, com a Palavra de Deus, com Jesus Cristo, o Evangelho vivo”, disse Francisco.

Ele perguntou: “Não é essa a tarefa mais urgente da Igreja entre os povos da Europa?” Francisco disse que “a grande tradição cristã do continente não deve tornar-se uma relíquia histórica. Caso contrário, não será mais uma ´tradição`. A tradição está viva ou não. E a catequese é tradição, é um tradere. Mas é tradição viva, de coração a coração, de mente a mente, de vida a vida. Portanto: apaixonados e criativos, com o impulso do Espírito Santo”.

“Tenho medo dos catequistas com o coração, a atitude e a face ´pré-cozidas`”, disse Francisco, e afirmou que “o catequista é livre ou não é catequista” porque ou “o catequista se deixa interpelar pela realidade que encontra e transmite o Evangelho com grande criatividade, ou não é catequista. Pense bem sobre isso”.

Ministério de catequista

Depois, o papa Francisco falou da instituição do ministério laical de catequista, em maio de 2021, para que “a comunidade cristã sinta a necessidade de despertar esta vocação e de experimentar o serviço de alguns homens e mulheres que, vivendo a celebração eucarística, sintam mais vivamente a paixão por transmitir a fé como evangelizadores”.

“O catequista e a catequista são testemunhas que se põem ao serviço da comunidade cristã, para sustentar o aprofundamento da fé na realidade da vida cotidiana. São pessoas que anunciam incansavelmente o Evangelho da misericórdia; pessoas capazes de criar os laços necessários de acolhida e proximidade que permitem apreciar melhor a Palavra de Deus e celebrar o mistério eucarístico oferecendo frutos de boas obras”, afirmou o pontífice.

Francisco disse que lembra com carinho das duas catequistas que o prepararam para a primeira Comunhão, com quem continuou sua relação como sacerdote e, com uma delas que ainda vive, como bispo.

“Sentia um grande respeito, inclusive um sentimento de agradecimento, sem fazê-lo explícito, mas eu sentia uma espécie de veneração. Por quê? Porque eram as mulheres que tinham me preparado para a minha primeira Comunhão, juntamente com uma freira (...) Há uma proximidade, um vínculo muito importante com os catequistas”, disse o papa.

Francisco também falou da publicação do Diretório para a Catequese e encorajou as Conferências Episcopais a “relerem o caminho da catequese como um momento em que os cristãos, que se preparam para celebrar a culminação do mistério da fé, são convidados a ir primeiro à cidade, ao encontro das pessoas, ocupadas nos seus afazeres cotidianos”.

O papa citou o novo diretório para lembrar que “a catequese não é uma comunicação abstrata de conhecimentos teóricos que devem ser memorizados como se fossem fórmulas matemáticas ou químicas. É, antes que nada, a experiência mistagógica daqueles que aprendem a encontrar os seus irmãos onde eles vivem e trabalham, porque eles mesmos encontraram Cristo, que os chamou a ser discípulos missionários”.

“Devemos insistir em mostrar o centro da catequese: Jesus Cristo ressuscitado te ama e nunca te abandona! Esse primeiro anúncio nunca pode nos encontrar cansados ou repetitivos nas diferentes etapas do caminho catequético”, pediu o papa.

Por fim, Francisco agradeceu aos catequistas que se dedicarão às crianças e jovens que “se preparam para completar o seu caminho de iniciação cristã” e rezou para que “a Virgem Maria interceda por vocês, para que sejam sempre assistidos pelo Espírito Santo”.

domingo, 19 de setembro de 2021

FORMAÇÃO DE CATEQUISTAS: A Bíblia é um mistério (Perguntas e respostas)



1° A Autoria os Evangelhos:
O Mistério: Quem escreveu os evangelhos?

Os evangelhos são, provavelmente, a parte mais importante do Novo  Testamento e até o século 18, sua autoria não foi considerada como um  mistério. Mas como estudiosos modernos da Bíblia investigaram a história  dos 4 livros, eles começaram a questionar o fato de que eles foram  escritos por Mateus, Marcos, Lucas e John. Há muita especulação  (principalmente com base na ordem da escrita dos livros) que os  evangelhos foram escritos por pessoas que conheceram os apóstolos, mas  não diretamente pelos apóstolos. Este é um mistério que é improvável de  ser resolvido a menos que um grande documento fonte seja descoberto, o  que poderia explicar as questões que existem em relação à este mistério  ou quem sabe a um outro.

2° O Discípulo Amado:
O Mistério: Quem era o discípulo amado?

Um dos maiores mistérios da Bíblia diz respeito à identidade de "o  discípulo a quem Jesus amava". Segundo o Evangelho de João, este foi o  discípulo que se inclinou em Jesus durante a Última Ceia, e o único  discípulo do sexo masculino apresentam no momento da crucificação Além  disso, João 21:24 implica que todo o Evangelho de João, baseia-se neste  discípulo, no entanto, estranhamente, nunca dá o seu nome. Os outros  três evangelhos não dão seu nome, na verdade, eles nem sequer mencionam  esse "discípulo amado" (como ele é chamado frequentemente), eles também  não dizem nada sobre qualquer discípulo inclinado sobre Jesus durante a  Última Ceia ou que testemunhou a crucificação. Este silêncio total sobre  o assunto só aumenta o mistério. Alguns estudiosos têm argumentado que o  Discípulo Amado era Lázaro, o irmão de Maria e Marta de Betânia, e o  homem que Jesus ressuscitou dos mortos. A razão para isso é o fato de  que, quando as irmãs de Lázaro convocaram Jesus para ajuda-lo disseram:  "Senhor, aquele que tu amas está doente." Algumas teorias modernas  chegam a afirmar que Maria Madalena era o discípulo que Jesus amava,  ideia já um pouco difundida pelo escritor Dan Brown.

3° Arca de Noé:
O Mistério: Onde está a Arca de Noé?

Pelo menos desde o tempo de Eusébio (275-339 d.C.) até os dias atuais, a  busca de restos físicos de Arca de Noé foi realizada com fascinação por  cristãos, judeus e muçulmanos. Apesar de muitos boatos, as alegações de  avistamentos e expedições nenhuma evidência científica da arca jamais  foi encontrado. A busca da arca tem sido chamado de "caçada" por alguns  arqueólogos. Os pesquisadores da Arca tiveram pouco para se orientar  além da "menção das montanhas de Ararat em Gênesis". No início do século  21, dois principais locais candidatos para a exploração à procura da  Arca surgiram, as chamadas anomalias de Ararat (foto acima) perto do  cume principal do Ararat, (uma "anomalia" na medida em que mostra em  imagens aéreas e de satélite como uma mancha escura na neve e no gelo do  pico), recentemente foi descoberto nestes locais uma madeira  petrificada que poderia ser uma parte das paredes que constituíam a  Arca. 

4° O Faraó do Êxodo:
O Mistério: Quem era o faraó do Êxodo?

O Faraó do Êxodo é o faraó (rei), que governou o Egito antigo, no tempo  do Êxodo. A história da escravidão dos Filhos de Israel no Egito, as  pragas de Deus as suas forças de libertação, e sua fuga posterior de um  exército para prosseguir na travessia do Mar Vermelho, é dito nos  primeiros capítulos do Livro do Êxodo. O faraó da história não é chamado  -, ele é referido simplesmente como "Faraó" - e a questão da sua  identidade tem sido objeto de muita especulação entre os que acreditam  que o êxodo pode ter sido um evento real. A figura mais comumente  imaginado na cultura popular é Ramsés, o Grande, embora não haja provas  documentais ou arqueológicas que ele teve de lidar com as pragas do  Egito ou qualquer coisa semelhante, ou que ele perseguiu os escravos  hebreus que fugiam do Egito.  Há também um relato feito por Merneptah,  sob a forma de um poema chamado Israel Estela, que faz referência à  suposta destruição total de Israel, em uma campanha antes do seu 5º ano  em Canaã: "Israel tem sido dizimado ... a sua semente não existe mais.  "Basicamente, não há evidência para apoiar firmemente a opinião de  qualquer Faraó específicos como o mencionado no Êxodo. 

5° As Tribos Perdidas:
O Mistério: O que aconteceu com as tribos perdidas?

A frase "As Dez Tribos Perdidas De Israel" se refere as antigas tribos  de Israel que desapareceram dos relatos bíblicos, e logo depois o Reino  de Israel foi destruído, escravizado e exilado pelas Assírias antigas.  Muitos grupos de Judeus tem uma doutrina relativa à existência oculta ou  a de retornar pública no futuro essas tribos. Este é um assunto  parcialmente baseado, autenticado e documentado em fatos históricos.  Houve algumas afirmações bizarras sobre quem pode ser descendente destas  tribos perdidas. Algumas reivindicações indicam os nativos americanos,  britânicos e japoneses como sendo descendentes destas tribos. Os judeus  Kaifeng (foto acima) na China afirmam ser descendentes de uma das tribos  perdidas.

6° Códigos da Bíblia: 
O Mistério: A Bíblia parece conter mensagens codificadas, seria uma  coincidência?

O código da Bíblia, também conhecido como o código da Torá, é uma série  de mensagens supostamente existentes no texto bíblico, que, quando  supostamente decodificadas formam frases informando sobre profecias. O  estudo e os resultados desta cifra tem sido popularizada pelo livro O  Código da Bíblia. O principal método pelo qual é extraído estas  profecias é o Equidistante Letter Sequence (ELS). Para se obter uma ELS a  partir de um texto, é necessário escolher um ponto de partida (em  princípio, qualquer letra) e então é dado um salto numérico entre as  letras, também livremente e possivelmente negativo. Assim é possível  separar as letras que depois juntas umas com as outras formariam as  previsões. Defensores dos códigos da Bíblia geralmente usam um texto da  Bíblia hebraica. O uso e a publicação de "previsões", baseado em códigos  da Bíblia conseguiu trazer a consciência popular dos códigos,  principalmente com base no trabalho do jornalista Michael Drosnin. A  mais famosa previsão de Drosnin usando esta técnica foi o assassinato do  primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin em 1995, ele fez esta  previsão em 1994.

7° Jardim do Éden:
O Mistério: Se existiu aonde está o Jardim do Éden?

Embora a maioria dos estudiosos da Bíblia e teólogos consideram que a  história do Jardim do Éden é apenas literal, algumas pessoas acreditam  que o local existia na realidade. Além disso, a Bíblia nos dá instruções  para o local. Isso levou a várias tentativas para localizar o jardim. A  história da criação em Gênesis diz respeito à localização geográfica de  ambas as Eden e o jardim de quatro rios (Pisom, Giom, Tigre, Eufrates),  e três regiões (Havilá, Assíria, e Kush). Há hipóteses que o Éden se  encontrava nas cabeceiras dos rios Tigre e Eufrates (norte da  Mesopotâmia), no Iraque (Mesopotâmia), na África e no Golfo Pérsico.  Embora a verdadeira localização é um mistério, existe uma parte bíblica  muito interessante em relação a localização do Éden: A Etiópia é  mencionado como estando perto ou ao redor do Jardim do Éden, em Gênesis  2:13 ("E o nome do segundo rio é Gehon: o mesmo ele que rodeia toda a  terra da Etiópia."). Desde 1974, paleontólogos escavaram 6 milhões de  anos e concluíram que a Etiópia é a posição científica da origem da  humanidade, e esta é cientificamente o "Jardim do Éden".

 8° Sodoma e Gomorra:
O Mistério: Eram verdadeiras as cidades? e se afirmativo, onde elas  estão?

Para os pecados dos seus habitantes de Sodoma, Gomorra, Admá e Zeboim  foram destruídas por "enxofre e fogo do Senhor do céu" (Gênesis  19:24-25). Para o cristianismo e o islamismo, os nomes destas cidades se  tornaram sinônimos de pecado e sua queda uma proverbial manifestação da  ira de Deus. A existência histórica de Sodoma e Gomorra, ainda está em  discussão entre os arqueólogos, a Bíblia indica que eles foram  localizados perto do Mar Morto, alguns locais que são candidatos a serem  os locais em que existiam estas cidades foram descobertos ou visitados  por Walter E. Rast e Thomas R. Schaub em 1973, são elas: Numeira,  es-Safi, Feifeh e Khanazir e edh Bab-Dhra, esta última foi inicialmente  escavada em 1965 pelo arqueólogo Paul Lapp. Todas estas cidades foram  localizadas perto do Mar Morto, com provas e vestígios de queima de  enxofre em muitas das pedras e uma parada súbita da habitação no final  da Idade do Bronze inicial.

9° A Arca da Aliança:
O Mistério: Onde está a Arca da Aliança?

A Arca da Aliança é um recipiente descrito na Bíblia como contendo as  tábuas de pedra sobre a qual estavam escritos os Dez Mandamentos, bem  como a vara de Arão e o maná. A Arca foi mantida em Jerusalém até que os  babilônios saquearam e destruíram o templo. A partir de então, a Arca  passou a ser considerada lenda e desapareceu para sempre. Uma teoria  sobre o onde a Arca pode estar escondida é que ela foi ocultada pelos  sacerdotes sob o Monte do Templo. Escavações modernas perto do Monte do  Templo em Jerusalém descobriram túneis, mas as escavações neste local  são muito restringidas. Um dos mais importantes santuários islâmicos, o  Domo da Rocha, encontra-se no local aonde é cogitado que o Primeiro  Templo de Salomão tenha estado de pé. Segundo a Bíblia, o rei Salomão,  ao construir o templo, tinha a Arca da Aliança colocada sobre uma  plataforma que poderia ser baixada a um sistema de túneis, isso o  tornaria uma localização plausível para esconder a Arca da Aliança.

10° O Santo Graal: 
O mistério: Onde está o Santo Graal?

Segundo o cristianismo, o Santo Graal era o prato, ou um copo usado por  Jesus na Última Ceia, que dizem possuir poderes milagrosos. A ligação de  José de Arimatéia com a "lenda" do Graal data do final do século 12 em  que José recebe o Graal de uma aparição de Jesus e envia-lo com seus  seguidores na Grã-Bretanha. A crença no Graal e em seu potencial  paradeiro final nunca cessou. A posse deste artefato tem sido atribuído a  vários grupos(incluindo os Cavaleiros Templários, provavelmente porque  eles estavam no auge de sua influência durante o tempo que começaram a  circular as histórias sobre o Graal). Existem vários copos em igrejas  pelo mundo que alegam que são o Graal, por exemplo, a Santa Maria  Catedral de Valência, que contém um artefato, o Cálice Sagrado (imagem  acima - nota: apenas o "copo" da taça é original), que teria sido tomada  por São Pedro em Roma, no século primeiro, e depois de Huesca, na  Espanha, por Saint Lawrence no século 3. O cálice de Valência contém uma  vantagem em relação aos outros concorrentes para o verdadeiro Graal, já  foi cientificamente provado que ela foi feita entre o século 4 a.C. e o  século 1 d.C. no Oriente Médio. Existem muitas outras histórias também  sobre o paradeiro do Graal, mas como é obvio nenhuma é realmente  confirmada. 

sábado, 28 de agosto de 2021

Mensagens e homenagens aos Catequistas

 

ORAÇÃO DO CATEQUISTA- VIVER COM JESUS CRISTO

Fui chamado para anunciar tua Palavra.
Ajuda-me, Senhor, a viver centrado em ti, e ser instrumento de tua paz.
Acompanha-me com a tua luz, para que os catequizandos confiados a mim, possam constatar que sou testemunha do teu evangelho.
Toca o meu coração para que minha vida seja transparente, a tal ponto que ao pronunciar as tuas Palavras, elas possam ressoar sempre verdadeiras e não falsas.
Gera em mim um fascínio potente, para que os meus catequizandos:
Pensem como tu, amem as pessoas como tu, vejam a realidade como tu.

Concede-me a alegria de exercer minha missão em comunhão contigo e com todos que precisam de mim e com a tua Igreja.
Tenho medo, Senhor, da minha pobreza no saber.
Dá-me, porém o conforto de ver os meus catequizandos crescendo e valorizando por estarem a serviço da vida, como tu o disseste: “Eu vim para que todos tenham vida” (João 10,10).

Faz de mim silêncio, para escutá-los.
Faz de mim caminho, para acompanhá-los.
Faz de mim pisadas, para segui-los.
Faz de mim descanso, para escutá-los.
Faz de mim vento, para ampará-los.
Faz de mim porta, para acolhê-los.
Infunde em mim uma grande paixão para com a tua verdade.
Confia-me à tua mãe.
Dá-me coragem de cuidar dos catequizandos como tu ensinaste com a parábola do “Bom Samaritano”.

Preciso repousar a minha cabeça nos teus ombros, para sentir tua força, ternura e entusiasmo para anunciar-te sempre.

Ser catequista...

Ser catequista é anunciar ao mundo
a verdadeira vida e, na humildade
daquele que é apenas comunicador,
mensageiro, abrir o coração à escuta, detectando,
na confusão de todas as vozes,
o gemido da dor e o pulsar da vida.

Ser catequista é semear a esperança
com gestos e palavras
e levar a todas as pessoas
a mensagem salvadora do amor.

Catequista, apóstola(o), dedicação, partilha:
à medida que cresce, mais se doa.

A(o) catequista continua no mundo a missão de Maria,
fazendo o bem a todas as pessoas
e doando o maior de todos os dons:
ser filhas(os) de Deus.

Do livro: Mensagens para o ano todo - Vol.2, Paulinas
Mensagem ao Catequista

CATEQUISTA! você é você. Você é missão, responsabilidade,humanismo,solidariedade. Você é um caminhar constante,
irá sempre ao encontro.
O CATEQUISTA não espera, ele vai! Vai sem saber o que encontrar. Isto
não importa.O importante é você ser dotado de
paciência, de coragem e, sobretudo com a vontade de compreender.

O CATEQUISTA vai! Por que vai? Porque sempre tem e terá alguém esperando.

CATEQUIZAR é aproximar, ouvir e estar junto, participar é sofrer e
alegrar com alguém ou para alguém. Este alguém pode ser, a criança, o adulto, o
velho, o enfermo, o menor carente ou uma pessoa que necessita de nossa atenção.

CATEQUISTA é aquele que vê no próximo um ser com possibilidades de ser
transformado. Não é fazê-lo á nossa semelhança, mas sim avaliar suas potencialidades e deduzir até onde aproveita-las.

Ser CATEQUISTA é sentir-se responsável por uma igreja sinal de Deus Amor,
Pai e Mãe, esperança dos aflitos e sofredores.

Ser CATEQUISTA não significa você ser o sábio, mas requer coração
forte, vontade firme.

O CATEQUISTA não desiste! A derrota de hoje, pode estar na vitória do amanhã.
Acreditamos que na função missionária de catequizar, é ter também a
capacidade mental de experimentar, muitas vezes a derrota. Pelo fato, segundo nossa avaliação a sensação de nada ter conseguido! Então a resposta para si mesmo é: MISSAO CUMPRIDA.
Repetir com convicção : Vou continuar! É preciso fundamentar essa vocação
com a leitura da Palavra de Deus, aprendendo dos simples, ter olhos abertos, atentos á realidade; ter coração humano, fraterno, é ser continuador de Cristo entre os humilhados.
Vamos ser catequistas renovados, inculturados, sem medo, profetas.
Criem pistas de saída; procurem fontes abastecedoras; planejem caminhadas,
participem da comunidade. Valorizem-se!
Estimulem-se! Unam-se catequistas de nossa cidade.
Chegou a hora da catequese viva, eficaz, transformadora.

CATEQUISTA valorize a sua hora, é a hora dos profetas. não se cale.
não
deixe a palavra de Deus morrer afogada
no poço do medo. Seja profeta, porta-voz de Deus- Amor.

A igreja está com você!

Parabéns pelo seu dia!
Pai Nosso do Catequista

PAI - NOSSO QUE ESTAIS NO CEU,
Pai de todos nós, vossos seguidores
Pai presente na missão de todos os catequistas
Pai que estais presente nos catequizandos que formamos
Pai, primeiro catequista da humanidade e mestre de sabedoria.

SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME;
Santificado seja o vosso nome nas palavras que pronunciamos
Santificado seja o vosso nome no tempo que dedicamos aos catequizandos
Santificado seja o vosso nome pelo catequista que somos.

VENHA A NÓS O VOSSO REINO,
Reino de paz e humanidade
Reino de fé e Constância
Reino de força e coragem
Reino de serviço e doação

SEJA FEITA A VOSSA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CEU;
Seja feita a vossa vontade nas palavras que dizemos
Seja feita a vossa vontade em tudo que testemunhamos
Seja feita a vossa vontade no testemunho que damos
Seja feita a vossa vontade no coração de todos.

O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE;
Dai-nos o pão da esperança e segurança
Dai-nos o pão da vossa Palavra, o Evangelho.
Dai-nos o pão para comer, pão que sacia a fome.
Dai-nos o pão da fé e do vosso Amor, a Eucaristia.

PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS , ASSIM COMO NÓS 
PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO;
Perdoai nossa fraqueza na fé
Perdoai nosso desanimo e descompromisso cristão
Perdoai nossa não correspondência ao vosso amor
Perdoem todos os que praticam o mal

E NAO NOS DEIXEI CAIR EM TENTACAO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL
Livrai-nos da tentação, da ambição e do orgulho
Livrai-nos da tentação de não falar em nome da vossa igreja
Livrai-nos da tentação do comodismo
Livrai-nos da tentação de não professar, com atos, a fé que assumimos.

AMÉM !
Cartões com mensagens