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quinta-feira, 16 de julho de 2026

Atividade de Catequese: A Parábola do Trigo e do Joio (Mateus 13,24-30)

Olá, catequista!

Ensinar as crianças sobre as escolhas que fazemos todos os dias pode ser simples e significativo! Nesta atividade inspirada na Parábola do Trigo e do Joio, os catequizandos são convidados a compreender que Jesus nos chama a praticar o bem, cultivar boas atitudes e confiar na justiça e no amor de Deus.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Fábula: Os 4 catequizandos

Fábula catequética sobre diferentes maneiras de viver a fé.

Esta é uma história que pode acontecer em qualquer comunidade, em qualquer paróquia, em qualquer grupo de catequese. Comigo, com você…

Eram quatro catequizandos que participavam da catequese na mesma turma: Enrolado, Mentiroso, Preguiçoso e Fervoroso.

Enrolado era um catequizando descompromissado. Ia aos encontros de catequese de vez em quando, sempre arrumava uma desculpa para faltar. Não levava a sério os ensinamentos, não fazia as atividades propostas e achava que a catequese era perda de tempo. Não pensava em sua caminhada de fé nem em seu futuro espiritual, por isso permanecia sempre distante de Deus.

Mentiroso era aquele que dizia aos pais e aos outros que ia à catequese, mas na verdade não ia. Preferia brincar, passear ou fazer qualquer outra coisa. Quando perguntavam sobre os encontros, inventava histórias e fingia saber as orações e os conteúdos. Sua fé era apenas de aparência, pois não vivia aquilo que dizia acreditar.

Preguiçoso até comparecia aos encontros de catequese, mas quando estava lá não prestava atenção. Tinha preguiça de participar, de realizar as atividades, de aprender as orações e de refletir sobre a Palavra de Deus. Estava presente de corpo, mas ausente de coração.

Fervoroso, por sua vez, não faltava aos encontros. Participava com alegria, fazia as orações com devoção, realizava as atividades com dedicação e buscava viver o que aprendia. Não era melhor nem mais inteligente que os outros, mas tinha fé, perseverança e amor por Deus. Sua fé era sincera e inabalável.

Com o passar do tempo, cada um seguiu um caminho diferente.
Enrolado afastou-se da catequese e da comunidade, vivendo sempre com a sensação de que deixou tudo para depois.
Mentiroso perdeu a confiança das pessoas e percebeu, tarde demais, que não se pode enganar a Deus.
Preguiçoso continuou com uma fé fraca e superficial, sem frutos e sem compromisso.

Já Fervoroso cresceu na fé, tornou-se um adulto feliz, realizado, com valores sólidos, amor ao próximo e uma profunda amizade com Deus. Sua perseverança na catequese foi o alicerce de uma vida plena e cheia de sentido.

Moral da história:
A fé, assim como tudo na vida, cresce quando é cuidada com amor, compromisso e perseverança.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Encontro de catequese: O paralítico curado

Tema: O paralítico Curado ( Semana de atenção a pessoa com Deficiência)

Objetivo:  Convidar as crianças a se darem conta de que existem pessoas enfermas, que sofrem dores e as vezes estão presa a uma cama. Reconhecer nas pessoas portadoras de deficiência a pessoa do Cristo.  Enxergar nelas uma pessoa igual às outras, que precisam apenas de algum  tipo de atenção especial.

Material: Cartolina colorida, papelão, tubos de papel, cola, tesoura

Acolhida: Buscar m lugar saudável para realizar o encontro, com elementos que indiquem saúde: luz, árvores...

Leitura Bíblica:  Jo 5,1-15 – Cura do paralítico na piscina.

Oração: pedir aos catequizando, que lembrem de pessoas de nossa  comunidade que estão presa a uma cama ou que necessitem de cuidados especiais.


Agir: identificar na comunidade, pessoas doentes, sofredoras ou com algum tipo de paralisia ou cuidados especiais. Comente no grupo de catequese o que podemos fazer  concretamente par poder ajudá-la.

Por Edivan Araújo

Encontro de catequese: Aprendendo sobre as parábolas de Jesus


TEMA: APRENDENDO SOBRE AS PARÁBOLAS DE JESUS.

OBJETIVO: MOSTRAR ALGUMAS FORMAS DE COMO JESUS ENSINAVA

MATERIAL: CARTOLINA, BÍBLIA, FIGURAS, COLA, TESOURA, LÁPIS, CANETAS.

ACOLHIDA:HOJE VAMOS CONHECER ALGUMAS FORMAS DE COMO JESUS ENSINAVA ATRAVÉS DAS PARÁBOLAS. 
FORMAREMOS DOIS GRUPOS E TRABALHAREMOS DUAS DESSAS PARÁBOLAS.
PERGUNTAR AOS CATEQUIZANDOS QUEM SABE O QUE É UMA PARÁBOLA?  (FORMAR OS GRUPOS E DAR AS LEITURAS DAS PARÁBOLAS PARA CADA GRUPO).

LEITURA BÍBLICA, JULGAR: 1º GRUPO PARÁBOLA DO SEMEADOR,Mt13,1-9: 2º GRUPO PARÁBOLA DA OVELHA PERDIDA, Lc 15,1-7; 
LER AS PARÁBOLAS VÁRIAS VEZES DISCUTIR ENTRE O GRUPO COM A AJUDA DA CATEQUISTA, ENTENDER A LEITURA, EM SEGUIDA CONFECCIONAR CARTAZES  PARA DEPOIS APRESENTAR PARA O OUTRO GRUPO.

ORAÇÃO: CADA GRUPO FAZER UMA ORAÇÃO BASEADO NAS LEITURAS BÍBLICAS.

AGIR: APRESENTAR OS CARTAZES E EXPLICAR A PARÁBOLA A SEU ENTENDIMENTO. SE NECESSÁRIO A CATEQUISTA AJUDARÁ O GRUPO NAS EXPLICAÇÕES.

ORAÇÃO: AGRADECER A DEUS POR MAIS UM ENCONTRO, PELO QUE APRENDEMOS E PELO QUE AINDA ESTÁ POR VIR.


Por Sandra Schuincki

sábado, 23 de março de 2013

A multiplicação dos pães e peixes 14. 13 - 21

Olá pessoal!

Dia desses li no blog da catequista e querida amiga Imaculada Cintra passos importantes para realizarmos um bom encontro de catequese.
No meu caso, a catequese é realizada numa escola e por isso faço o possível para quebrar o clima escolar (por mais difícil que seja).
Com simplicidade cuido da ambientização do encontro vejam:
ALTARZINHO
Muito simples, mas trás uma riqueza muito grande ao encontro, surpreende o catequizando e o faz sentir acolhido com carinho. Isso nos faz refletir quando recebemos uma visita em casa, onde colocamos tudo em ordem, faxinamos e cuidamos para que a visita se sinta a vontade, e é este zelo que o catequista deve ter.

Até as imagens que você monta o altarzinho você deve explicar quem elas representam, no meu caso perguntei quem sabia me responder quem aquelas imagens representavam e um ponto de interrogação (?) surgiu por um minuto me fazendo quase a entrar em choque (brincadeirinha rsrsrs), mas eis que um disse: - Jesus, Maria e José! E completei dizendo que formava a "Sagrada Família".
Olha o catequista rezando a palavra de Deus com seus catequizandos !
O ideal seria cada catequizando com sua bíblia mas, como esta turma está na pré eucaristia ainda vamos iniciar uma campanha para doação de bíblias e nos futuros encontros cada um com a palavra de Deus nas mãos, e no coração!
Encontro de catequese sem a bíblia será que é encontro de catequese?
CLARO QUE NÃO... os encontros devem ser planejamos pelo catequista com o auxílio da palavra de Deus e os catequizandos devem ter o contato direto com a bíblia e perceber que todos os ensinamentos vem da palavra de Deus.
Momento de oração:
Precisamos levar os catequizandos a terem um momento com Cristo, momento de refletir, de saber pedir e principalmente agradecer a Deus pelas graças. Leva-los a agradecer pequenas coisas como: o andar, falar, ver, pegar, e que na verdade são grandes graças alcançadas todos os dias.

Bom pessoal, esses são pequenos, porém importantes passos, que devem ter num encontro de catequese. Se você catequista ainda sentiu que falta algum desses simples passos, ainda é hora de mudar.

Nesse dia realizei o encontro sobre o tema: Multiplicação dos Pães e Peixes vejam as fotos:









Hora de cantar os parabéns para o aniversariante!

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Encontro de Catequese - Parábola dos Trabalhadores da Vinha

Um homem possuia uma grande vinha, onde colhia bastante uvas.
       Um dia, saiu de casa bem cedo para procurar novos trabalhadores para seu vinhedo.
       Chegando à praça da cidade, perto de sua casa, encontrou alguns homens sem emprego. Combinou com eles o salário daquele tempo, que era um dená­rio por dia. Os operários, satisfeitos, aceitaram imediatamente o convite e, por ordem do proprietário, seguiram para o trabalho da vinha.
       As nove horas da manhã, o vinhateiro voltou àpraça, onde havia sempre, como era costume naque­la época, pessoas que procuravam serviço. Encon­trou mais alguns homens desempregados e disse-lhes:
       — Ide também trabalhar na minha vinha. Eu vos pagarei o que for justo.
       E os trabalhadores seguiram para o campo e começaram sua tarefa.
       Ao meio-dia, e depois às três da tarde, o vinha­teiro voltou à mesma praça e fez o mesmo, contra­tando novos trabalhadores.
       As cinco horas da tarde, pela última vez nesse dia, esteve no mesmo local, onde encontrou igual­mente alguns homens sem serviço. Perguntou-lhes, então:
       — Por que estais aqui, o dia inteiro, desocupa­dos?
       E os homens responderam:
       — Senhor, aqui estamos porque ninguém con­tratou nossos serviços até agora.
       Respondeu o vinhateiro:
       - Ide também vós trabalhar na minha vinha.
       Ao anoitecer, o senhor da vinha chamou o admi­nistrador e disse-lhe que fizesse o pagamento dos salários aos trabalhadores.
Naqueles tempos, os operários recebiam o paga­mento diariamente; esse salário de cada dia era cha­mado jornal. Por isso, eram chamados também jor­naleiros.
— Chama os trabalhadores e paga-lhes o salá­rio, começando pelos últimos e acabando pelos pri­meiros — ordenou o vinhateiro.
Foram chamados os que chegaram às cinco ho­ras da tarde e só trabalharam uma hora. E cada um deles recebeu um denário.
E assim, os outros que começaram a tarefa às três horas da tarde e ao meio-dia. Por fim, chegaram os que começaram o serviço pela manhã bem cedo. Pensavam que iriam receber mais (pois viram os trabalhadores da última hora receberem um dená­rio). O administrador, porém, pagou igualmente aos primeiros um denário.
Então, estes começaram a resmungar contra o senhor da vinha, alegando:
— Estes últimos trabalharam somente uma hora e tu os igualaste a nós, que agüentamos o peso do dia e o calor sufocante.
O proprietário, entretanto, disse a um deles que mais murmurava:
— Meu amigo, eu não te faço injustiça; não com­binaste comigo o jornal de um denário? Recebe, pois, o que te pertence, sem reclamação. Eu quero dar aos últimos tanto quanto dei a ti. Não achas que tenho direito de fazer o que me agrada daquilo que me pertence? Por que sentes ciúme e inveja? Não tenho, por acaso, o direito de ser bondoso?

Termina Jesus a Parábola dizendo: “Assim, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão últi­mos”.

Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?

Neste Evangelho, Jesus nos conta a parábola dos trabalhadores esperando na praça. O patrão é Deus; Os trabalhadores somos nós; a vinha é o Reino de Deus. A parábola se refere, ao mesmo tempo, aos dois aspectos: Aos direitos trabalhistas e à nossa atuação, como cristãos, no Reino de Deus. No procedimento do patrão está o procedimento de Deus para conosco, e também o nosso procedimento correto uns com os outros.
O patrão “saiu de madrugada para contratar trabalhadores”. Deus não perde tempo, e nós também não podemos perder. Deus não quer o desemprego. Quer que todos trabalhem. Ele não quer ver ninguém parado na praça.
“Combinou com OS trabalhadores uma moeda de prata por dia.” Era o salário justo na época. Os trabalhadores têm direito à remuneração justa.
“Saiu outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça e lhes disse: Por que estais aí o dia inteiro desocupados? Eles responderam: Porque ninguém nos contratou”. O desemprego deles era culpa, não deles, mas da sociedade que não lhes dava oportunidades de trabalho. Mas, tanto esses como seus familiares, precisavam comer, do mesmo modo que aqueles que foram contratados de manhã. Ao pagar o salário, o patrão deve considerar também essa parte: aquilo que o trabalhador e sua família precisam para viver.
“Quando chegou a tarde, o patrão disse ao administrador: Chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros”. Esta decisão é o coração da parábola. Aí está a diferença entre a justiça do Reino de Deus e a “justiça” do reino do Dragão (Cf Ap 12). Na justiça do Dragão, cada um recebe pelo que produziu, sem levar em conta as necessidades do trabalhador, nem os motivos pelos quais as pessoas estavam desempregadas. No Reino de Deus é o contrário: Todos têm direito à vida, tanto os empregados como os desempregados. E, se os desempregados têm esse direito, ajudá-los não é um favor, uma esmola, mas uma obrigação nossa.
Quanto àqueles que o patrão encontrou na praça às cinco horas da tarde, os motivos do atraso não foram apresentados. Mas, sejam quais forem, estes também têm, assim como suas famílias, as necessidades de todo ser humano: alimentação, vestuário, saúde etc. E mais: o mundo pecador, que leva em conta só a produtividade, marginaliza-OS. Por isso no Reino de Deus else são colocados em primeiro lugar.
Nesta parábola está a chave para entendermos o plano de Deus a respeito do trabalho e toda a questão trabalhista. O mais importante não é o que a pessoa produz, mas a própria pessoa que trabalha.
Lei fundamental na questão do salário é a igualdade, pois todos temos o estômago do mesmo tamanho. Se a diferença entre o salário dos trabalhadores é muito Grande, está havendo injustiça, pois perante Deus nós somos todos iguais.
“Em seguida, vieram os que foram contratador primeiro, e pensavam que iam receber mais.” É o protesto dos egoístas, daqueles que só pensam em is, esquecendo-se dos demais. Veja que o que eles acham errado não é o salário deles, que sabiam que inclusive foi combinado antes com o patrão, mas a igualdade de tratamento usada pelo patrão. Por isso que o patrão OS chama de invejosos. Cada vez que alguém quer aumentar o próprio salário sem levar em conta aqueles que ganham menos, está sendo como essa turma, isto é, está contra o plano de Deus!
E Jesus termina a parábola apresentando a lei geral do Reino de Deus: “Os últimos serão OS primeiros, e OS primeiros serão OS últimos”. Em outras palavras, no Reino de Deus OS últimos DA sociedade são colocados em primeiro lugar, e OS primeiros DA sociedade são colocados em último lugar. Só quem age desse modo entra no céu.
“Se a vossa justiça não for maior que a dos escribas e dos fariseus, não entrareis no Reino dos Céus” (Mt 5,20). A justiça do mundo nem sempre coloca a pessoa humana em primeiro lugar.
“Construirão casas e nelas habitarão. Plantarão vinhas e comerão seus frutos. Ninguém construirá para outro morar, nem plantará para outro comer. E a vida do meu povo será longa como a das árvores. Meus escolhidos poderão gastar o que suas mãos fabricarem” (Is 52,21-22).
“No princípio, Deus criou o céu e a terra. A terra estava sem forma e vazia; as trevas cobriam o abismo... Deus disse: Que exista a luz!... Então Deus disse: Façamos o homem à nossa imagem e semelhança. Que ele domine OS peixes do mar, as aves do céu... E Deus viu que tudo o que havia criado era muito bom. Foi o sexto dia. No sétimo dia Deus terminou o seu trabalho e descansou. Então Deus abençoou e santificou o sétimo dia, porque nele, descansou do seu trabalho” (Gn 1,1-2,3). Pelo trabalho, continuamos a obra de Deus na criação do mundo. Deus trabalha e nos manda trabalhar também, mas sempre dentro do seu plano amoroso.
Certa vez, um empregado chegou para o seu patrão e disse: “É melhor o senhor me dar um aumento de salário”. O patrão perguntou: “Por quê?” O empregado respondeu: “É porque há várias empresas atrás de mim”. O patrão, com um ar muito desconfiado, perguntou: “Quais são essas empresas?” O empregado respondeu: “As empresas são as de água, de luz, de telefone, de cobranças...”
Esse patrão foi convidado a olhar também o lado das necessidades do seu empregado, não apenas a produtividade dele.
Maria Santíssima era uma mulher trabalhadeira. Nas Bodas de Caná, tudo indica que ela, apesar de simples convidada, estava ajudando a servir. Que ela nos ajude a agir corretamente no vasto mundo do trabalho humano.
Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?

 Padre Antonio Queiroz

Cristo vai ser glorificado no meu corpo, seja pela minha vida, seja pela minha morte. Pois para mim, o viver é Cristo e o morrer é lucro.

Atividade para Catequese

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Parábola do Semeador - Encontro para Catequese

Hoje venho apresentar ideias para desenvolvermos o tema: A parábola do semeador - 
Mateus 13, 1 - 17.
No encontro, antes de colocarmos em prática as ideias e atividades, é necessário que faça a leitura Mateus 13, 1 - 17 e fazer uma explicação da leitura. Após esse momento de leitura orante vem as ideias para enriquecer o encontro, primeiro é a caixinha vejam:


















Também compartilho um desenho para colorir e um cartãozinho com o versículo principal da parábola.


Uma boa ideia é criar cartazes para esse encontro, pensando nisso vai algumas ideias:


É isso aí pessoal... Ótimo fim de semana a todos!!! Segunda - Feira tem aqui no blog uma postagem retirada do fundo do baú... aguardem!!!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

A Criação - Tema para catequese

Ano passado estava com turma de pré - eucaristia (08 anos), e no inicio do ano contei a história da criação com um formato bem diferente.
Levei uma televisão maluca e os catequizandos assistiram a história da criação através dela rsrrsrs.


Vamos aos detalhes....


A Tv é feita de caixa de papelão.
Achei algumas fotos na internet para vocês ter uma ideia melhor. Pena que na época não tirei fotos, também nem imaginava ter um blog de catequese rsrsrs.



(Pode ser feito com cabos de vassoura. Eu parti um ao meio e encapei com papel laminado)

(Os botões da Tv eu fiz com tampinhas de garrafa PET)


É só colar uma folha na outra, depois cole no cabo e a medida que for puxando (enrolando) as cenas vão se movimentando, e o catequista vai contando a história.


As cenas eu usei essas abaixo:













É uma boa ideia para catequistas com turminhas a partir dos 06 aninhos de idade. Pensando bem, até os mais grandinhos de 10,11 anos é bem capaz de gostarem. Eu mesmo vou utilizar a Tv de papelão para contar uma parábola, só estou ainda pesquisando e preparando as cenas ilustradas.